Conselho de Igrejas contesta impeachment e defende democracia

Em nota, Conselho que reúne evangélicos e católicos afirma que presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) se baseia em ‘argumentos frágeis’ para abrir processo contra Dilma Rousseff

A luta contra o impeachment recebeu mais um apoio. O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), composto pelas igrejas Evangélica de Confissão Luterana, Episcopal Anglicana do Brasil, Metodista e Católica, contestou, em nota publicada na última quinta-feira (3), o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

O Conic afirma que se une “às demais organizações da sociedade civil e reafirma o compromisso e engajamento em favor do respeito às regras da democracia”.

Para o Conselho, um impeachment sem legitimidade conduziria o País para “situações caóticas” e afirma que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), se baseia em “argumentos frágeis” para abrir processo contra Dilma.

“Vemos com muita preocupação que o presidente da Câmara tenha acolhido um pedido de impeachment com argumentos frágeis, ambíguos e sem a devida sustentação fática para acusação de crime de responsabilidade contra a presidente da República”, diz o comunicado.

“Perguntamos quais seriam as consequências para a democracia brasileira diante de um processo de deposição de um governo eleito democraticamente em um processo sem a devida fundamentação”, completa.

Leia a nota na íntegra.

Da Redação da Agência PT de Notícias

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