Diretório Nacional


Presidenta Nacional do PT

Gleisi Hoffmann

Paraná

Gleisi Helena Hoffmann nasceu em Curitiba, Paraná, em 6 de setembro de 1965. É casada com o ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e mãe de João Augusto e Gabriela Sofia. Gleisi iniciou sua caminhada política ainda na adolescência, participando de grêmios estudantis, e integrou a União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas.

Fez parte da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e filiou-se em 1989 ao Partido dos Trabalhadores (PT). É formada em Direito e tem especialização em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira.

Sua experiência profissional concentra-se na gestão pública e na vida política. Gleisi já foi secretária de Estado no Mato Grosso do Sul e secretária de Gestão Pública no município de Londrina, no Paraná. Também integrou, em 2002, a equipe de transição de governo do presidente Lula, ao lado da então ministra Dilma Rousseff.

Com a vitória de Lula à Presidência da República, em 2002, foi convidada ao cargo de Diretora Financeira da Itaipu Binacional, onde aprimorou os seus conhecimentos em gestão pública.

Gleisi Hoffmann implementou diferentes medidas de caráter estruturante na empresa. Introduziu o conceito de gestão integrada de todos os sistemas financeiros de Itaipu; promoveu a adoção do pregão eletrônico nos lados brasileiro e paraguaio; e, em todos os momentos, valorizou a economicidade e modicidade das tarifas.

Gleisi fortaleceu as relações com o lado paraguaio da administração, o que culminou com a inclusão – por Notas Reversais entre os dois países – dos aspectos de meio ambiente e de responsabilidade social no perfil da empresa.

Teve, assim, papel decisivo na ampliação da missão da Itaipu Binacional, que incorporou a seu papel de geradora de energia também a dimensão de importante propulsora de desenvolvimento econômico.

Durante esse período, contribuiu para o desenvolvimento de vários projetos de cunho social, como o Projeto Casa Abrigo de Foz do Iguaçu. Por iniciativa de Gleisi, a Itaipu Binacional em parceria com a ONG Casa Família Maria Porta do Céu, implementou a Casa Abrigo para mulheres e seus dependentes vítimas de violência doméstica e em risco de morte.

Ela também foi idealizadora de outros programas, como o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), cujo foco principal é apoiar as ações e articular a rede de proteção à criança e ao adolescente na região fronteira Brasil/Paraguai, combatendo a prostituição infantil.

Ainda sob a gestão de Gleisi foi criado o Programa Saúde na Fronteira, para integrar as ações de saúde, principalmente os aspectos preventivos como vacinação infantil entre os dois países.

Gleisi Hoffmann também coordenou o Programa de Pró-Equidade de Gênero e Raça em Itaipu Binacional, que tem o objetivo de promover a igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no âmbito das organizações públicas e privadas, e eliminar todas as formas de discriminação no acesso, como remuneração, ascensão e permanência no emprego.

Em 2010, Gleisi Hoffmann tornou-se a primeira mulher eleita para ocupar uma vaga no Senado pelo Paraná, com mais de 3 milhões de votos. Em junho de 2011, a presidenta Dilma Rousseff convidou-a a assumir a chefia da Casa Civil da Presidência da República, função que desempenhou até fevereiro de 2014, quando, então, retornou para sua vaga no Senado Federal.

Os direitos das mulheres estão entre as prioridades do mandato de Gleisi Hoffmann no Senado. Entre as matérias apresentadas por ela estão a proposta que viabiliza a aposentadoria das donas de casa, a reserva de 50% das vagas nos parlamentos para as mulheres e a que assegura a abertura de processo contra agressores de mulheres, sem necessidade que a vítima preste queixa. Mas o projeto mais comentado de Gleisi, aprovado em 2013, é o que extinguiu o pagamento de 14º e 15º salários aos senadores e deputados federais.

Ao longo de 2016, Gleisi presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em fevereiro de 2017, foi eleita por unanimidade pela Bancada do PT para a função de líder dos senadores da legenda na Casa.

Em junho de 2017, foi eleita Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Líder do PT no Senado

Lindbergh Farias

Rio de Janeiro

Lindbergh Farias é filho da professora universitária Ana Maria Nóbrega Farias e do médico e professor universitário Luiz Lindbergh Farias e nasceu em João Pessoa, capital da Paraíba. Em 1987, com 18 anos, ingressou na faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), época em que começou sua trajetória política como militante do PCdoB.

Após mudar-se para o Rio de Janeiro, em 1991, Lindbergh ingressou na União Nacional dos Estudantes (UNE) como secretário-geral. No ano seguinte, assumiu a presidência da entidade, liderando o movimento dos cara-pintada, que levou ao impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello.

Em 1994, aos 24 anos, foi eleito deputado federal pelo PCdoB e, por seu desempenho no mandato, recebeu nota 10 do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). Em 1996, é eleito presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS). Aderiu ao trotskismo em 1997 e ingressou no Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

Na Câmara dos Deputados, destacou-se na articulação das manifestações contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce e do Sistema Telebrás. Na venda da Vale, Lindberg participou do protesto em frente à Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. No leilão das telefônicas, enfrentou a polícia na passeata.

Em 1998, Lindbergh tentou se reeleger deputado federal, sem sucesso. Mesmo obtendo 73 mil votos, não conseguiu uma vaga na Câmara porque o PSTU – legenda pela qual concorreu – não atingiu coeficiente eleitoral. Pelo mesmo motivo, em 2000, não pôde assumir o cargo de vereador, embora fosse o quarto mais votado do Rio de Janeiro, com 47 mil votos.

A convite de do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu, em 2001, filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). E nas eleições de 2002, elegeu-se deputado federal com 83 mil votos. Dois anos depois, disputou a prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Tornou-se prefeito, com 65% dos votos, e foi reeleito, em 2008, permanecendo no cargo até 2010.

No dia 3 de outubro de 2010, Lindbergh Farias foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, ficando em 1° lugar. No Senado Federal, destacou-se em debates sobre os direitos da pessoa com deficiência e nas discussões sobre as regras de partilha dos royalties do petróleo – motivo pelo qual escreveu o livro “Royalties do Petróleo: As Regras do Jogo”, publicado em 2011 pela editora Agir.

Atualmente, é líder da bancada do Partido dos Trabalhadores no Senado.

Presidente de Honra

Lula

Luiz Inácio Lula da Silva era um jovem operário quando os militares tomaram o poder no país, em 1964. Nos anos seguintes, trabalhando no coração da indústria brasileira, Lula iniciou seu aprendizado político pela ação sindical – numa época em que reivindicar salários e direitos podia dar em cadeia, tortura e morte. Liderando greves reprimidas pela ditadura, aprendeu que os trabalhadores precisavam também fazer política, ter seu próprio partido.

Desde a criação do PT, em 1980, a trajetória de Lula é bem conhecida. Construiu o maior partido de massas do país, disputou e perdeu três eleições presidenciais, desafiou o preconceito, os poderosos, os meios de comunicação, para tornar-se, em outubro de 2002, o primeiro trabalhador eleito presidente do Brasil, reeleito em 2006. Em oito anos de governo, provou que era possível mudar o destino do país.

Líder do PT na Cãmara dos Deputados

Paulo Pimenta

Rio Grande do Sul

Pimenta é jornalista e técnico agrícola formado pela UFSM. É o deputado federal mais votado do PT/RS na Câmara Federal, pela segunda vez consecutiva.

Pimenta iniciou sua trajetória no Movimento Estudantil, na luta pela redemocratização do País. Em 1985, Pimenta assumiu a presidência do DCE da UFSM, e no ano seguinte foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE/RS.

Foi eleito vereador em Santa Maria em 1988 e reeleito em 1992. Chegou à Assembleia Legislativa do RS em 1998. Vice-prefeito de Santa Maria de 2000 a 2002, Pimenta foi eleito deputado federal em sua primeira disputa para a Câmara e no mesmo ano em que os brasileiros elegeram Lula Presidente para dar início à transformação do Brasil em um país mais justo.

Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. No Governo da Presidenta Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013, foi Presidente da Comissão Mista de Orçamento, a mais importante do Congresso Nacional.

Na Câmara Federal, Pimenta foi também Presidente da CPI do Tráfico de Armas; relator da CPI da Violência Urbana no Brasil; Presidente da Comissão de Legislação Participativa; e coordenador da Bancada Gaúcha do Congresso Nacional.

Em pesquisa realizada no Congresso, Pimenta obteve nota máxima entre os parlamentares que melhor utilizam as redes sociais para prestar de contas do seu mandato à sociedade brasileira.

Iniciou em 2015 o seu quarto mandato na Câmara dos Deputados.

Alberto Cantalice

Rio de Janeiro

Alberto Cantalice é filiado ao PT desde 1990 e foi presidente do Diretório Estadual do Rio de Janeiro por dois mandatos. De 2003 a 2015 esteve à frente da coordenação nacional das redes sociais do partido. Atuou desde 2015 como Secretário Nacional de Comunicação do PT,  integrando todo o movimento de comunicação institucional desenvolvido pelo partido. Atualmente, é vice-presidente e Adjunto da Secretaria Nacional de Comunicação.

Alcione Comonian

Minas Gerais

Alcione Comonian é natural de Belo Horizonte (MG) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2000.

Alencar Santana

São Paulo

Alencar começou sua militância política no movimento estudantil, em 1992, com 16 anos de idade. Por acreditar na ideologia política do Partido dos Trabalhadores, filiou-se à legenda em 1998. Foi assessor de um vereador do PT em Guarulhos em 2001 e 2002 e posteriormente assumiu a chefia de gabinete do deputado estadual Sebastião Almeida, hoje prefeito da cidade de Guarulhos. Alencar foi eleito pela primeira vez vereador de Guarulhos em 2004, aos 28 anos, tendo sido o parlamentar mais jovem do PT e líder do governo do prefeito Elói Pietá. Foi reeleito em 2008. Antes de ser eleito deputado estadual, Alencar foi também secretário de governo do prefeito Sebastião Almeida.

Alexandre Padilha

São Paulo

Alexandre Padilha é médico formado pela Unicamp e especialista em Infectologia pela USP, foi criador do Mais Médicos, ministro da Coordenação Política de Lula e da Saúde de Dilma e secretário da gestão Haddad em São Paulo. Paulistano, cresceu nos bairros do Butantã e Parque Regina/ Campo Limpo e hoje é morador do Centro. Como ministro da Saúde, implementou o Farmácia Popular e a vacina contra o HPV.  Na gestão Haddad, como Secretário da Saúde, implementou o Conselho da Cidade, o Conselho Participativo, os Hospitais Hora Certa e o de Braços Abertos. Foi médico supervisor do Núcleo de Medicina Tropical da USP e acompanhou a formação de médicos residentes e estudantes nas comunidades ribeirinhas, rurais e indígenas da Amazônia no final dos anos 1990. Pesquisou novos tratamentos para malária pelo Fundo de Doenças Tropicais da Organização Mundial de Saúde (OMS) e atuou como gestor federal na área de saúde indígena.

Anne Karolyne Moura cresceu na periferia de Manaus e se tornou, em 2013, a mais jovem secretária nacional de desenvolvimento econômico do PT, aos 26 anos. A manauara ingressou em enfermagem na Universidade do Estado do Amazonas e atuou em conferências para a construção de lideranças femininas aptas a disputar a presidência de grêmios estudantis e centros acadêmicos, além da reivindicação por direitos indígenas, quilombolas e ambientais.

Benedita da Silva

Rio de Janeiro

Benedita da Silva construiu sua vida pública envolvida nas lutas em favor das comunidades empobrecidas do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Moradora do morro Chapéu Mangueira durante 57 anos, iniciou sua trajetória na Associação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro.

Foi voluntária e alfabetizava adultos e jovens na favela do Chapéu Mangueira pelo método Paulo Freire. Nunca deixou de estudar e, aos 40 anos, concluiu os cursos de Serviço Social e de Estudos Sociais.

Em 1979, filiou-se com entusiasmo na criação do Partido dos Trabalhadores, pois via ali a oportunidade das mulheres, negras e pobres lutarem de forma organizada por direitos.

Em 1982, já articulada com os movimentos de mulher, negro e comunitário, foi eleita a primeira vereadora do PT e também a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro.

A eleição para deputada federal em 1986 foi o reconhecimento do trabalho em defesa da mulher, da igualdade racial, da trabalhadora doméstica, das minorias, dos direitos humanos e das comunidades faveladas. Assumiu o mandato, que também era constituinte, com a determinação de incluir na nova Constituição democrática os direitos desses segmentos discriminados.

Foi um luta árdua incluir os direitos das trabalhadoras domésticas, muitos dos atuais direitos da mulher e garantir o direito das mulheres presidiárias de permanecerem com os seus filhos durante a amamentação. Lutou pela igualdade racial, pela titulação das terras de quilombos, entre outras bandeiras. Foi suplente da Mesa Diretora da Câmara na Constituinte.

Benedita da Silva manteve a coerência em todos os mandatos e cargos que assumiu. Assim, foi na condição de vereadora, deputada federal, senadora, vice-governadora, governadora, ministra de Desenvolvimento Social do primeiro Governo de Lula, e secretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

Em 2002, quando governou o estado do Rio de Janeiro, numa decisão inédita, nomeou 20% de negros para o primeiro escalão. Implantou a lei cotas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ao ser eleita novamente deputada federal, em 2010, foi escolhida para ser a relatora da Proposta de Emenda Constitucional que ampliou os direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas, uma categoria com cerca de 7 milhões de pessoas. Foi uma oportunidade que a honrou, pois essa é uma luta que ela vem travando desde o início de sua vida política.

Do movimento comunitário do Chapéu Mangueira aos mandatos políticos que exerceu e continuou exercendo, passando pelo engajamento em defesa da igualdade racial, dos direitos da mulher e da inclusão social e de uma trajetória que reflete as lutas de todos aqueles que são excluídos, e lutam por uma sociedade socialmente mais justa e democrática.

Carlos Árabe

São Paulo

Carlos Árabe é filiado ao PT desde 1985. Economista, com mestrado e doutorado em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É Secretário Nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores.

Carlos Zarattini

São Paulo

Carlos Zarattini é economista formado pela Universidade de São Paulo (USP), especializado em Engenharia de Transportes, e luta desde os treze anos por um Brasil democrático, soberano e socialmente justo.

Participou da reorganização dos estudantes secundaristas na década de 70 e trabalhou como gráfico na Editora Abril e na “Folha de S.Paulo”, período no qual fez parte Oposição Sindical dos Gráficos.

Filiado ao PT desde 1987, teve sua primeira atividade parlamentar em 1995, quando assumiu uma vaga de vereador na Câmara Municipal de São Paulo, na qual ganhou notoriedade ao elaborar e garantir a aprovação da proposta que estabeleceu o Bilhete Único do sistema de transporte público.

Em 1998, foi eleito deputado estadual e atuou com ênfase na área de Educação. Na gestão de Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo, foi Secretário Municipal de Transportes e, mais tarde, comandou a Secretaria de Sub-Prefeituras. Foi membro do Diretório Nacional (1997-2003) do PT e exerceu outros cargos de direção em nível estadual e municipal.

Elegeu-se deputado federal em 2006 e foi o autor da Lei da Tarifa Social de Energia Elétrica, beneficiando milhares de famílias em todo o país.

Reeleito em 2010 com mais de 200 mil votos, na legislatura 2011-2015 foi vice-líder da bancada do PT e atuou com ênfase nas comissões de Minas e Energia e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Coordenou os grupos de trabalho de Negociação dos Royalties e do Código Penal Militar. Presidiu a comissão especial de Aplicação dos Recursos dos Royalties (PL 0323/07) e a Frente Parlamentar da Defesa Nacional.

Em dezembro de 2016, foi eleito Líder do PT na Câmara de Vereadores.

Dirceu Dresch

Santa Catarina

Dirceu Dresch, único agricultor na Assembléia Legislativa, tem sua história ligada à luta pelo fortalecimento e pela dignidade na agricultura familiar. Morador do município de Saudades, no Oeste Catarinense, é casado e pai de três filhas.

Uma das principais lideranças sindicais na agricultura do Sul do Brasil, Dresch foi o primeiro presidente da Fetrafesc – Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Estado de Santa Catarina e coordenador geral da Fetraf-Sul – Federação dos Trabalhadores da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar na Região Sul.

Seu mandato valoriza a participação da sociedade e das organizações sociais, com atuação voltada à luta por um Estado forte, capaz de desenvolver políticas públicas que garantam mais qualidade de vida aos agricultores familiares e a todos os trabalhadores. E que garanta o acesso dos jovens a todos os níveis de educação e o acesso de toda a população aos serviços de saúde.

Em função disso, o mandato de Dirceu tem como prioridade três grandes eixos: o fortalecimento da organização, do associativismo e do cooperativismo na agricultura familiar; o fortalecimento das micro e pequenas empresas; e políticas que garantam a melhoria dos serviços públicos para a população.

Durval Ângelo

Minas Gerais

Durval Ângelo Andrade é deputado estadual pelo PT/MG, no exercício do sexto mandato consecutivo. São marcas da sua atuação o forte trabalho de base e a luta incansável em defesa da vida e dos menos favorecidos. Formado em Filosofia, Teologia e Pedagogia e pós-graduado em Educação, também é professor licenciado das redes públicas de Belo Horizonte e Contagem.

Atualmente, é o líder do Governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Comissão que presidiu por 11 anos.

Ex-seminarista, ele carrega da formação filosófica e teológica sua grande motivação: a indignação frente as injustiças. Foi esse desejo de lutar por uma vida mais justa que o levou a atuar nos movimentos de base da Igreja Católica. Durval Ângelo integrou as coordenações das Comunidades Eclesiais de Base da Regional Leste II (MG e ES) e da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida, da Arquidiocese de Belo Horizonte, bem como de Pastorais Populares. Participou da Comissão Pastoral da Terra de Minas Gerais e do Movimento da Boa Nova (MOBON). Atua nas Comunidades Eclesiais de Base e no Movimento Nacional de Fé e Política.

Destas experiências, ganhou a riqueza do contato direto com o povo e pôde constatar a necessidade de maior organização popular, especialmente dos trabalhadores. Levou, sua “indignação” para a militância sindical e partidária.

Iniciou sua militância sindical ainda nos anos 70, no nascente movimento dos professores da rede estadual. Ajudou a criar a União dos Trabalhadores da Educação de Minas Gerais (UTE-MG), depois Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), e participou da primeira greve geral da categoria no estado. Também foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, em 1980.

Após atuar no movimento sindical, foi eleito duas vezes vereador em Contagem, em 1988 e 1992, sendo o relator da Lei Orgânica do Município. Em 1994, elegeu-se deputado estadual pela primeira vez, sendo reeleito quatro vezes consecutivas sempre com aumento da votação.

Na Assembleia Legislativa, em 1999, ocupou o cargo de segundo vice-presidente da Assembleia e em 2002, de líder da bancada do PT. Também foi vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça e participou ativamente de CPIs importantes, como a da Prostituição Infantil, a que investigou a falsificação de carteiras de habilitação, a CPI Carcerária e a CPI dos Bingos.

É autor de várias leis estaduais importantes, entre elas, as que criaram a Política de Apoio às Vítimas de Crimes Violentos e seus Familiares, a Política Estadual de Combate as Discriminações Racial e Étnica, a Ouvidoria de Polícia do Estado de Minas Gerais e a Ouvidoria Ambiental e a que isenta os proprietários de terras de reforma agrária e assentamento do pagamento de taxas em cartório para registro do imóvel e serviços afins. Também são de sua autoria a Emenda à Constituição do Estado que concedeu autonomia ao Corpo de Bombeiros e anistiou policiais militares que participaram de movimento grevista de 1997 e a que unificou os Tribunais de Alçada e Justiça.

Ellen Costa

Piauí

Ellen Costa é natural de Imperatriz (MA) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2012

Elmano de Freitas da Costa, nascido em BATURITÉ (CE) em 12 de abril de 1970, é filho da professora aposentada Elma de Freitas e do agricultor Odilon Feitosa. É advogado formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará. Iniciou sua atuação política na Igreja. Filiado ao PT desde 1989, o histórico de militante do candidato petista soma oito anos atuando na direção estadual do PT no Ceará e seis anos advogando em tribunais superiores em Brasília para movimentos sociais. De 2009 a 2012 esteve à frente da Secretaria Municipal de Educação e do O rçamento Participativo da gestão da prefeita Luizianne Lins (PT). Em 2012 foi candidato a prefeito de Fortaleza e obteve 576.435 votos. Em Dezembro de 2013 tomou posse como Presidente do PT Fortaleza.

Emidio de Souza

São Paulo

Emidio de Souza é formado em Direito, mas iniciou sua vida profissional trabalhando em metalúrgicas de Osasco (cidade da Grande São Paulo) e municípios vizinhos, nas quais começou a militância no movimento sindical. Participou da criação do PT e da CUT. Foi duas vezes prefeito de Osasco, três vezes vereador e atuou como deputado estadual em duas oportunidades.

Fátima Bezerra

Rio Grande do Norte

O Senado ganhou mais um importante quadro na defesa da educação em 2015, com a chegada da senadora Fátima Bezerra, eleita pelo PT do Rio Grande do Norte com 808.055 votos, ou 54,86% dos votos válidos.

A nova integrante da bancada feminina do PT é pedagoga e vai manter o tema como prioridade de seu mandato nos próximos oito anos, depois de dois mandatos como deputada estadual e mais dois como uma das deputadas federais mais aguerridas da Câmara.

Paraibana de Nova Palmeira, Fátima adotou Natal ainda na juventude, nos anos 70, quando se mudou para a capital potiguar para estudar na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, local de seus primeiros passos na política.

Participou do congresso que marcou a reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Salvador, e do Encontro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no Rio de Janeiro, que celebrou a volta dos primeiros exilados pela ditadura militar ao Brasil.

No começo dos anos 80, tornou-se professora da rede estadual e da prefeitura de Natal, destacando-se como fundadora, vice-presidente e presidente, da Associação dos Orientadores Educacionais, e como secretária-geral da Associação dos Professores.

Fátima também foi duas vezes presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte e uma das fundadoras também do Fórum Estadual dos Servidores Públicos.

Filiada ao PT desde 1981, Fátima Bezerra elegeu-se deputada estadual por dois mandatos, em 1994 e 1998. Na Assembleia Legislativa potiguar, foi presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Interior. Por sua atuação, recebeu do Comitê de Imprensa da Assembleia os títulos de Parlamentar do Ano de 1996 e de melhor Parlamentar da Legislatura 1995-1998.

Na Câmara, suas participações mais importantes ocorreram quando a hoje senadora foi designada relatora da Medida Provisória (339/06) que regulamentou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Em suas missões como parlamentar, representou o Brasil na IV Conferência Mundial sobre a Mulher (Beijing, 1995) e no I e II Fórum Social Mundial (Porto Alegre, 2001 e 2002). Também participou do Encontro Internacional em Solidariedade às Mulheres Cubanas (Havana, 1998).

Fátima Cleide

Rondônia

Fátima Cleide exerceu o mandato de senadora entre 2003 e 2010. Graduada em Letras, filiou-se o PT-RO em 1988, onde foi duas vezes presidenta do partido. Foi ainda secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia (Sintero).

Florisvaldo Raimundo de Souza, o Floris, é natural de Maringá (PR) e filiado ao PT desde 1983, participando da organização política da direção do partido nas esferas municipal, estadual e nacional. Ele atuou e militou no movimento estudantil, nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja (CEBs), na Pastoral Operária, no movimento sindical pelo Sindicato dos Professores do Paraná, além de participar da construção da CUT no estado, na qual chegou ao cargo de secretário-geral.

Gleide Andrade

Minas Gerais

Gleide Andrade é graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e mestranda em Políticas Públicas pela Fundação Perseu Abramo (FPA). Foi coordenadora nacional da Campanha pela Reforma Política promovida pelo partido. Ex-secretária de Finanças do PT de Minas Gerais, ocupou cargos na administração democrática popular da prefeitura de Belo Horizonte (gestões Patrus Ananias e Fernando Pimentel). É ativista e militante do Partido dos Trabalhadores desde 1986.

Ivan Alex Lima atua no PT desde os 13 anos e é filiado há mais de 27 anos. Esteve na assessoria especial do governador da Bahia, Rui Costa, e na chefia de gabinete do deputado federal Valmir Assunção. Foi também secretário de Comunicação e Tesoureiro do PT na Bahia. Desenvolveu sua trajetória no partido sempre ao lado dos movimentos sociais, frentes populares, sindicatos e núcleos agrários da Bahia.

 

Nasceu no dia 31 de janeiro de 1990 na cidade de Erechim, RS. Acadêmico de História, filho de militantes históricos do PT: Paulo Roberto Farina, agricultor familiar e Eliane Salete de Almeida, costureira. Começou sua militância no movimento estudantil secundarista, aos onze anos foi eleito vice-presidente do Grêmio do Colégio Estadual João Germano Imlau – Erechim. Gestão 2001/2004. E no movimento universitário foi Presidente do Centro Acadêmico de História Luiz Carlos Prestes/URI 2008/2009  Foi Secretário Estadual da JPT/RS, gestão 2010/2011.

João Paulo Rillo

São Paulo

João Paulo Rillo é um dos fundadores da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes) em São José do Rio Preto, a qual presidiu em 1994. Aos 18 anos, presidiu o PT na cidade. É ator, diretor de teatro e militante do movimento cultural.

Em 2004, eleito vereador, realizou diagnóstico das Unidades Básicas de Saúde, expôs o déficit de mais de 600 vagas em creches e alertou sobre o desequilíbrio financeiro do Instituto de Previdência Municipal de São José do Rio Preto. Candidato a prefeito em 2008, no segundo turno, obteve 103.967 votos contra os 109.145 de seu adversário.

Entre 2009 e 2010, foi assessor especial do Ministério do Turismo, representando-o junto à Subchefia de Assuntos Federativos (SAF). Em 2010, elegeu-se deputado estadual, com 111.822 votos. Em 2011, foi escolhido líder da oposição; em 2012, presidente da Comissão de Educação, integrante da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”; e, em 2013, líder da bancada do PT.

Denunciou o cartel do Metrô, os desvios de recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação (FDE), a responsabilidade da Sabesp na crise de abastecimento de água e a qualidade da merenda. Questionou os altos valores dos pedágios, defendeu o patrimônio cultural ameaçado do Teatro Oficina e do Cine Belas Artes e mobilizou artistas pela ampliação dos recursos para programas culturais.

Rillo faz a defesa dos direitos dos servidores estaduais, aprimorando projetos do governador relacionados a professores, funcionários da educação, agentes penitenciários, delegados, entre outros. Propõe a criação do Fundo do Pré-Sal, destinando para a educação de São Paulo 75% dos recursos obtidos com a exploração de petróleo e 25% para a Saúde.  É autor de projeto para ampliar a participação social nas decisões do governo e da proposta que cria a Região Metropolitana de São José do Rio Preto, entre outras.

 

José Nobre Guimarães é advogado e ocupa pela terceira vez consecutiva o cargo de Deputado Federal.

Foi  Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados em 2013, conduzindo os 89 deputados federais na aprovação do programa Mais Médicos e do marco regulatório do setor portuário (MP dos Portos). Antes, coordenou a bancada do Nordeste, em 2012, e atuou como vice-líder do Governo Dilma Rousseff na Câmara, em 2011.

No seu primeiro mandato como deputado federal, entre 2007 e 2010, foi vice-líder da bancada do PT e, também nesta época, coordenou a Bancada do PT nas comissões de Finanças e Tributação da Câmara e Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Guimarães é um dos mais atuantes parlamentares na defesa do projeto petista e do crescimento do País e do Nordeste. Relatou projetos importantes na Câmara, como a Medida Provisória 527/11, que criou o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, e teve papel decisivo na aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo.

A militância do deputado Guimarães, no entanto, não começou na Câmara dos Deputados. Sua estreia foi no Centro dos Estudantes Secundaristas do Ceará (CESC). Depois dirigiu o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, do curso de Direito, da Universidade Federal do Ceará, onde se formou.

Guimarães tem uma trajetória de luta no movimento sindical e no Comitê Brasileiro pela Anistia. Como bancário, esteve na linha de frente da histórica greve de 1979. Teve também forte participação na Campanha pelas Diretas Já, no Ceará, em 1983.

Filiou-se ao PT em 1985 e, no mesmo ano, coordenou a campanha vitoriosa de Maria Luiza à prefeitura de Fortaleza. Presidiu o PT cearense de 1991 a 2000 e coordenou as campanhas de Lula em 1989 e 2002.

Assumiu o mandato de deputado estadual em 2000 e foi reeleito em 2002. Na Assembleia Legislativa do Ceará, Guimarães participou das principais comissões da Casa e foi o relator-geral do Orçamento do estado em 2004.

José Guimarães chegou à Câmara dos Deputados em 2006, com o respaldo de ter sido o deputado federal mais votado do PT do Ceará. Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado no seu estado e o mais votado do PT, com 210,3 mil votos distribuídos por todos os 184 municípios cearenses.

Em 2014, Guimarães alcançou a marca de segundo deputado mais votado em todo território nacional,  reeleito com o voto e apoio de 209.032 cearenses. e ficou entre os 30 mais sufragados em todo País.

Juçara Dutra Vieira

Rio Grande do Sul

Juçara Dutra Vieira é formada em Letras e doutora em Políticas Públicas e Gestão da Educação Básica. Integrou o Conselho Técnico-Científico da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento Superior (Capes) e foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Luiz Dulci

Minas Gerais

Luiz Dulci foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República durante os oito anos de governo Lula. Atualmente, como diretor do Instituto Lula, é responsável pela Iniciativa América Latina. Mineiro de Santos Dumont, é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, membro de sua primeira Executiva Nacional e um dos responsáveis pelo manifesto de Fundação e o Programa do partido. Fez parte da primeira bancada de deputados federais do PT (1983-1987) e presidiu a Comissão de Trabalho e Legislação Social da Câmara dos Deputados. Foi Secretário de Governo na prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Patrus Ananias e Secretário de Cultura do prefeito Célio de Castro. Presidiu a Fundação Perseu Abramo (1996-2003), foi um dos coordenadores da campanha de 2002 e vice-presidente e Secretário-Geral do PT.

 

Luizianne de Oliveira Lins, cearense de Fortaleza, nasceu em 18 de novembro de 1968. Jornalista e professora universitária, é filha de mãe professora e pai militar. Cresceu na Capital, bairro da Maraponga, e possui três irmãos e um filho.

Deputada Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), eleita para a legislatura 2015/2019, foi prefeita de Fortaleza por duas gestões (2005/2012). Ocupa, desde 2015, a relatoria da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

Na Câmara, criou a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas Públicas de Juventude e é membro das comissões de Desenvolvimento Urbano, Turismo, Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Comissão de Turismo e Comissão de Cultura.

Pelo Partido dos Trabalhadores, foi vereadora de Fortaleza (1996/2002) e deputada estadual (2002/ 2004). Jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), é professora concursada do mesmo curso desde 1995, hoje licenciada.

Iniciou sua militância política nos corredores da UFC, no movimento estudantil. Foi presidente do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFC (1989/1990) e presidente do Diretório Central dos Estudantes da UFC (1991/1992). Em 1993, foi diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Filiada ao Partido dos Trabalhadores desde 1989, foi secretária estadual de Juventude (1992/1994), secretária estadual de Mulheres (1995/1997), presidente do PT Fortaleza (1999/2001) e presidente do Diretório Estadual (2010/2013).

Foi ainda servidora pública da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização de Fortaleza (1988/ 1998) e trabalhou como pesquisadora, supervisora e vice-coordenadora do Instituto de Pesquisas Datafolha. Foi conselheira fiscal do BNDES (2013/2014).

Marcio Macedo

Sergipe

Márcio Costa Macêdo é biólogo pela Universidade Federal do Sergipe. Foi eleito deputado federal nas eleições de 2010. Ele ocupou o cargo de presidente dos Diretórios Municipal de Aracaju e Estadual de Sergipe do PT. Foi ainda secretário municipal de Participação popular de Aracaju e superintendente do Ibama em Sergipe. Entre 2007 e 2010 foi secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do estado de Sergipe na gestão do então governador Marcelo Déda. Em 2015 foi escolhido para ocupar o cargo de tesoureiro do PT.

É filiada ao PT desde 1990, quando entrou na Universidade Federal de Mato Grosso, pela qual se formaria em Serviço Social. Atuou intensamente no movimento estudantil.  Foi dirigente partidária, compondo a executiva estadual de Mato Grosso e a executiva municipal de Cuiabá em vários mandatos. Foi membro do Diretório Nacional nos mandatos de 2001-2005 e 2009-2013. Foi assessora da Secretaria Nacional de Meio Ambiente do PT de 2005 a 2008 e, posteriormente, assessorou a Secretaria de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do partido de 2008 a 2013, quando assumiu a Secretaria Nacional de Mobilização.

Markus Sokol

São Paulo

Markus Sokol é economista e dedicou-se à organização independente dos trabalhadores; participou da construção da Oposição Metalúrgica de SP; foi delegado no Congresso de Fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e organizou as campanhas pela Ratificação da Convenção 138 da OIT (proibição do trabalho infantil) e contra a Alca.

No PT desde a fundação, organizou o Diretório Municipal de São Paulo e foi secretário de Comunicação da campanha de Lula à Presidência da República, em 1994. Participou também da delegação ao Haiti pela retirada das tropas brasileiras da Minustah, em 2008.

Micaela Costa

Rio de Janeiro

Micaela Costa é natural de Belford Roxo (RJ) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2006.

Moara Correia Saboia é natural do Recife (PE) e é engajada desde a adolescência em coletivos feministas e no movimento negro. Estudante cotista de Engenharia Civil da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e vice-presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), sua experiência impulsionou sua trajetória no movimento estudantil.

Mônica Valente é  psicóloga e foi presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (Sindsaúde-SP) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Entre 2001 e 2002 foi chefe de gabinete da prefeitura petista de Marta Suplicy na cidade de São Paulo e, entre 2002 e 2004, secretária de Administração e Gestão Pública. Ela atuou também como assessora técnica Legislativa na área da Saúde na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Najara Leite Bento

São Paulo

Najara Leite Bento é natural de Birigui (SP). Militante em Araçatuba e integrante da Juventude do PT, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2008.

Paulo Teixeira

São Paulo

Paulo Teixeira é graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Foi eleito deputado estadual em 1994 e 1998. Exerceu os cargos de Secretário Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo (2001-2004) e Diretor-Presidente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB (2003-2004). Em 2004 foi eleito vereador da cidade de São Paulo. Desde 2007 exerce o mandato de deputado federal, eleito consecutivamente em 2006 e 2010. Na Câmara dos Deputados, foi líder do PT na casa em 2011.

Raimundo Monteiro

Maranhão

Graduado em Direito, funcionário público estadual no ramo da Educação e liderança do movimento sindical. É um dos fundadores do PT e da CUT, na qual foi dirigente nacional e presidente estadual. Ajudou a fundar o Sindicato Dos Trabalhadores no Serviço Público do Maranhão, que presidiu por três mandatos. Foi superintendente do INCRA de 2003 a 2007. Foi candidato a governador em 2002 e a deputado federal em 2010.

Reginaldo Lopes

Minas Gerais

Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes, nascido no dia 2 de abril de 1973, em Bom Sucesso, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais é o quarto em uma família de sete irmãos.

Economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Microempresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atualmente Reginaldo Lopes exerce o cargo de deputado federal pelo quarto mandato consecutivo. Foi reeleito em 2014 com mais de 310 mil votos, a maior votação de federal em Minas Gerais e a maior do PT em todo o país.

Presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Na Câmara, liderou importantes iniciativas, sendo autor e presidente de inovadoras comissões parlamentares: Políticas Públicas para a Juventude, Enfrentamento ao Crack e outras drogas e Reforma do Ensino Médio. Foi relator do Novo Fies.

É autor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma, que representa uma das maiores conquistas do país na luta contra a corrupção, e da Lei do Preço Mínimo do Leite, fundamental para a melhoria da vida no campo.

Nesta legislatura (2015-2019), Reginaldo Lopes pretende dedicar atenção especial aos idosos e avançar nas Políticas de planejamento para o envelhecimento populacional do Brasil.

Lutar pelo fim do extermínio da população jovem negra e pobre, e trabalhar pelo avanço do Brasil no rumo de uma nova sociedade do conhecimento, baseada na inovação tecnológica.

Renato Simões

São Paulo

Renato Simões foi Secretário Nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT.  Trabalhou como Secretário de Governo na Prefeitura de Campinas e foi Assessor Especial para Participação Social na Secretaria-Geral da Presidência da República e na Secretaria ade Governo. É natural de Campinas, onde iniciou sua militância na Pastoral da Juventude, nas CEBs – Comunidades Eclesiais de Base e na Pastoral Operária. Formado em Filosofia na PUCCAMP, fez pós-graduação em Direitos Humanos na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco. Como deputado estadual por três mandatos, de 1995 a 2007, criou a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, que presidiu por 10 anos, e instituiu o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos. Foi vice-presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Assembleia e líder da bancada do PT. Também Presidiu o PT Campinas e foi Secretário Estadual de Formação Política do partido.

Em 1985, ingressou no Movimento Sindical como funcionária da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG), na época presidida pelo líder metalúrgico e ex-deputado federal petista João Paulo Pires de Vasconcelos. Em 1988, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores. Começou na CUT como Auxiliar de Serviços Gerais, depois foi Auxiliar Administrativa até chegar à Secretária da Executiva Estadual.

No período em que permaneceu na CUT-MG procurou combinar suas responsabilidades como funcionária com a militância política e o apoio às lutas sociais. Durante 26 anos, participou ativamente dos mais variados movimentos da classe trabalhadora, experiências que foram fundamentais para sua formação política e cidadã.

Atualmente é Secretária do Coletivo Estadual de Mulheres do PTMG e membra da executiva Estadual.

Rogerio Correia

Minas Gerais

Mineiro de Belo Horizonte, Rogério Correia é filho de Marília da Glória Correia Baptista, professora primária e do ensino médio na rede estadual, e de Geraldo de Moura Baptista, comerciário e líder sindical. Seus pais o influenciaram nas lutas populares, pelo exemplo de vida simples e correta de trabalhadores e pela dedicação à família.

Passou parte da infância em São João do Manhuaçu, na Zona da Mata, terra de sua mãe e referência para sua atuação nas áreas rurais. Aos 19 anos, começou a militar nos movimentos populares e sindicais, contra as injustiças sociais.

Professor de Matemática e Física, lecionou na rede estadual por dez anos e vivenciou os conflitos enfrentados pelos educadores.

É casado com Carla Prates. Seus filhos, Júlia, Vitor e Tiago, assim como seus três irmãos, Marcelo, Geraldo e Mônica, estão unidos e engajados, por meio do Partido dos Trabalhadores (PT), em busca da concretização dos ideais populares.

Romênio Pereira

Minas Gerais

Romênio Pereira é um dos fundadores do PT,  tendo iniciado sua trajetória política na luta sindical, no início dos anos 1980. O atual cargo lhe impõe a responsabilidade de coordenar, em sintonia com a Presidência Nacional do PT, o conjunto da atividade partidária nacional, articulando os organismos e instâncias nacionais do partido, relacionando e unificando o leque de tarefas das secretarias e setoriais nacionais. Romênio tem se dedicado a também representar o partido em importantes agendas internacionais com partidos de esquerda da América Latina, Europa e Ásia.

Jornalista e advogado, Rui Falcão exerceu quatro mandatos como deputado estadual do PT por São Paulo e foi eleito como deputado federal em 2000. Entre 1989 e 1992, foi presidente do Diretório Municipal do partido em São Paulo e, em 1994, presidente do PT Nacional, ano em que foi coordenador da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente do Brasil. Rui Falcão foi também secretário de Governo da cidade de São Paulo e coordenador da campanha de Dilma Rousseff à presidência da República em 2010.

Sara Prado

Bahia

Sara Prado é natural de Feira de Santana (BA) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2011.

Silvana Donatti

São Paulo

Silvana Donatti, filiada ao PT desde 1981, é natural de São Carlos (SP), onde exerceu por duas vezes o mandato de vereadora. Foi presidenta do PT São Carlos, secretária geral e secretaria de Assuntos Institucionais do PT Estadual de São Paulo.

Sinésio Campos

Amazonas

Sinésio Campos é professor concursado da rede municipal e estadual de ensino do Amazonas. Filado ao Partido dos Trabalhadores desde 1991, também é deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e presidente estadual do Partido dos Trabalhadores no Estado. Já foi líder do Governo Federal e membro da Executiva Nacional do partido.

Teresa Leitão

Pernambuco

Olindense, professora e deputada estadual por quatro mandatos. Na Assembleia Legislativa, é presidenta da Comissão de Educação e Cultura e membro da CCLJ.

Vilson Oliveira

São Paulo

Vilson Oliveira foi Secretário Nacional de Assuntos Institucionais e diretor de promoção de direitos humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República-SDH/PR, e assessor especial da Ministra da SDH/PR Maria do Rosário. Também atuou como dirigente Zonal, Municipal e Estadual do PT de São Paulo, onde foi Secretário Estadual de Assuntos Institucionais, Secretário Geral e Secretário de Formação no diretório estadual. Também atuou nas administrações petistas de Luiza Erundina e Marta Suplicy, na capital paulista. No Legislativo, foi assessor na Câmara Municipal, Assembleia Legislativa de São Paulo e na Câmara Federal, com o deputado Arlindo Chinaglia.

Washington Quaquá

Rio de Janeiro

Washington Luiz Cardoso Siqueira, conhecido como Washington Quaquá, é nascido em São Gonçalo (RJ). Ele ingressou no PT aos 14 anos de idade, em 1985, integrando a direção estadual a partir de 1990. Elegeu-se prefeito de Maricá pelo PT em 2008 e reeleito em 2012, fazendo com que o município fosse o primeiro no Brasil com mais de 100 mil habitantes a adotar um programa de transporte público gratuito. É presidente do PT no Estado do Rio de Janeiro.