Nilto Tatto

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Nilto Tatto nasceu em 1963, em Frederico Westphalen (RS). Migrou para São Paulo em 1978 e iniciou sua participação na igreja. Na década de 1980 começou a militância política nos movimentos populares de educação, saúde, moradia, cultura, meio ambiente e estudantil. Participou do esforço de criação do PT e da CUT.

É graduado em Estudos Sociais e possui especialização em Gestão de ONGs. Em 1983, ingressou no Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), assessorando organizações indígenas e outros povos da Amazônia. Em 1994 foi cofundador do Instituto Socioambiental, onde foi diretor executivo e coordenador de programas.

Coordenou projetos e pesquisa de recuperação de mananciais, manejo florestal, planejamento territorial, geração de trabalho e renda, agricultura familiar e desenvolvimento sustentável, reconhecimento de territórios de populações tradicionais.

Foi expositor/palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (América Central, África, EUA e Europa) sobre biodiversidade, Mata Atlântica, Amazônia, populações tradicionais (Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caiçaras), cooperativismo, agricultura familiar, agroecologia, produção de alimentos (roças tradicionais), movimento Slow Food, mudanças climáticas, água, reflorestamento, alternativas energéticas e mineração.

Coordenou o projeto de pesquisa e foi coautor das publicações “Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira” e “Inventário cultural de quilombos do Vale do Ribeira”.

Em 2010 recebeu da Câmara Municipal de São Paulo o Prêmio Dorothy Stang, categoria humanidade, pelo conjunto dos trabalhos coordenados no Vale do Ribeira.

Elegeu-se deputado federal em 2014, recebendo mais de 101 mil votos. Na Câmara Federal pretende acompanhar temas como reforma agrária; agricultura familiar; titulação de territórios tradicionais; democratização da comunicação e acesso universal à banda larga; mobilidade urbana com preferência para transporte público, pedestre, ciclistas e estradas vicinais; ampliação dos programas de moradia popular; implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos; políticas de fomento a cultura, esporte e lazer; promoção de uma economia de baixo carbono com inovação cientifica e tecnológica para o desenvolvimento sustentável e implementação da Política Nacional de Mudanças Climáticas e lutará por uma reforma política que abarque um novo modelo de financiamento das campanhas e partidos políticos e assegure a representação da diversidade de gênero e cultura do Brasil.

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