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30/07/2010

Unasul convocará presidentes do bloco para reaproximar Venezuela e Colômbia

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Depois de mais de cinco horas de debate, os chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) não chegaram a um consenso sobre a criação de mecanismos para conter a crise entre a Colômbia e Venezuela e decidiram repassar aos presidentes do bloco a tarefa de reaproximar os dois países. A reunião extraordinária da Unasul terminou na madrugada de hoje (30) em Quito, capital do Equador.

Os chanceleres do bloco debateram um acordo proposto pelo Brasil, que contemplava "o compromisso de manter a América do Sul como zona de paz, de resolver diferenças por meios pacíficos" e a promessa de "lutar contra grupos ilegais, em especial os que são vinculados ao narcotráfico", segundo informações da chancelaria da Venezuela.

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse que a reunião serviu para amenizar as discussões do conflito. Garcia admitiu que os países não chegaram a um acordo porque ainda havia tensão entre Colômbia e Venezuela. "Os chanceleres precisavam fazer muitas consultas, os ânimos estavam ainda um pouco quentes, mas o importante é que conseguimos baixar a temperatura", disse o assessor.

Para o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, a reunião significou um "avanço" na mediação da crise. "O fato de os chanceleres da Venezuela e Colômbia estarem aqui sentados muito nos alegra". Falando em nome do Equador, que preside temporariamente o bloco sul-americano, Patiño disse que a maioria dos chanceleres concordaram em reiterar o princípio da não agressão entre os países e da inviolabilidade territorial.

Entenda o caso

O conflito entre a Venezuela e a Colômbia começou há uma semana, quando o embaixador da Colômbia na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, apresentou supostas provas sobre a presença de guerrilheiros das Farc e do Exército de Libertação Nacional (ELN) na Venezuela. Em seguida, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, qualificou de mentirosas as acusações e rompeu relações diplomáticas com a Colômbia. Para Chávez, as acusações são parte de uma "desculpa" para justificar intervenção armada da Colômbia em seu país. Chávez acredita que essa intervenção conta com o apoio dos Estados Unidos.

As informações são da Agência Brasil

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COMENTÁRIOS

Vcs já perceberam quanta tempestade em copo d'água esses americanos estão fazendo em torno da crise eua/colômbia e Venezuela?Agora eles ganharam mais um provocador que se chama dataserra.Montaram as bases aí na colômbia com o apoio do traidor uribe,e estão vendo que DILMA ganhará no primeiro turno,por isso estão tentando tirar o foco.Mas não conseguirão não,pois se houver alguma invasão no Brasil,provavelmente o mundo passará fome.PS:nós não somos o Iraque não,por isso dev emos abrir nossos olhos;pois eles estão aí.

lorraine
Rio-RJ
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