Governantes e Parlamentares

Lider do PT na Câmara dos Deputados

Carlos Zarattini

São Paulo

Economista formado pela Universidade de São Paulo (USP) e especializado em Engenharia de Transportes, Carlos Zarattini luta desde os treze anos por um Brasil democrático, soberano e socialmente justo.

Participou da reorganização dos estudantes secundaristas na década de 70 e trabalhou como gráfico na Editora Abril e na “Folha de S.Paulo”, período no qual fez parte Oposição Sindical dos Gráficos.

Filiado ao PT desde 1987, assumiu sua primeira atividade parlamentar em 1995, quando assumiu uma vaga de vereador na Câmara Municipal de São Paulo, na qual ganhou notoriedade ao elaborar e garantir a aprovação da proposta que estabeleceu o Bilhete Único do sistema de transporte público.

Em 1998, foi eleito deputado estadual e atuou com ênfase na área de Educação. Na gestão de Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo, foi Secretário Municipal de Transportes e mais tarde comandou a Secretaria de Sub-Prefeituras. Foi membro do Diretório Nacional (1997-2003) do PT e exerceu outros cargos de direção em nível estadual e municipal.

Elegeu-se deputado federal em 2006 e foi o autor da Lei da Tarifa Social de Energia Elétrica, beneficiando milhares de famílias em todo o país.

Reeleito em 2010 com mais de 200 mil votos, na legislatura 2011-2015 foi vice-líder da bancada do PT e atuou com ênfase nas comissões de Minas e Energia e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Coordenou os grupos de trabalho de Negociação dos Royalties e do Código Penal Militar. Presidiu a comissão especial de Aplicação dos Recursos dos Royalties (PL 0323/07) e a Frente Parlamentar da Defesa Nacional.

Em dezembro de 2016, foi eleito Líder do PT na Câmara de Vereadores.

Enio Verri

Paraná

Com formação política nas pastorais da Igreja Católica, é graduado e mestre em Economia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e doutor em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (USP). Antes do mandato de deputado federal, cumpriu dois mandatos na Assembleia Legislativa do Paraná, entre 2007 e 2014. Foi secretário de Fazenda e de Governo de Maringá, chefe de gabinete do Ministério do Planejamento e secretário de Planejamento do Paraná.

O deputado e advogado José Nobre Guimarães ocupa pela terceira vez consecutiva uma vaga na Câmara Federal e foi reeleito com o voto e apoio de 209.032 cearenses.

Ocupou o cargo de Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados em 2013, conduzindo os 89 deputados federais na aprovação do programa Mais Médicos e do marco regulatório do setor portuário (MP dos Portos).

Antes, foi coordenador da bancada do Nordeste, em 2012, e atuou como vice-líder do Governo Dilma Rousseff na Câmara, em 2011. No seu primeiro mandato como deputado federal, entre 2007 e 2010, foi vice-líder da bancada do PT e, também nesta época, coordenou a Bancada do PT nas comissões de Finanças e Tributação da Câmara e Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Vice-presidente do PT Nacional, Guimarães é um dos mais atuantes parlamentares na defesa do projeto petista e do crescimento do País e do Nordeste. Relatou projetos importantes na Câmara, como a Medida Provisória 527/11, que criou o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, e teve papel decisivo na aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo.

A militância do deputado Guimarães, no entanto, não começou na Câmara dos Deputados. Sua estreia foi no Centro dos Estudantes Secundaristas do Ceará (CESC). Depois dirigiu o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, do curso de Direito, da Universidade Federal do Ceará, onde se formou.

Guimarães tem uma trajetória de luta no movimento sindical e no Comitê Brasileiro pela Anistia. Como bancário, esteve na linha de frente da histórica greve de 1979. Teve também forte participação na Campanha pelas Diretas Já, no Ceará, em 1983.

Filiou-se ao PT em 1985 e, no mesmo ano, coordenou a campanha vitoriosa de Maria Luiza à prefeitura de Fortaleza. Presidiu o PT cearense de 1991 a 2000 e coordenou as campanhas de Lula em 1989 e 2002.

Assumiu o mandato de deputado estadual em 2000 e foi reeleito em 2002. Na Assembleia Legislativa do Ceará, Guimarães participou das principais comissões da Casa e foi o relator-geral do Orçamento do estado em 2004.

José Guimarães chegou à Câmara dos Deputados em 2006, com o respaldo de ter sido o deputado federal mais votado do PT do Ceará. Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado no seu estado e o mais votado do PT, com 210,3 mil votos distribuídos por todos os 184 municípios cearenses.

Em 2014, Guimarães alcançou a marca de segundo deputado mais votado em todo território nacional e ficou entre os 30 mais sufragados em todo País.

O deputado federal Paulo Fernando dos Santos, conhecido como Paulão, é ex-presidente  da CUT,  do Sindicato dos   Urbanitários,  ex–vereador  por  Maceió e deputado estadual por três mandatos consecutivos.

Paulo Teixeira é graduado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Ele se elegeu deputado estadual em 1994 e 1998. Exerceu os cargos de Secretário Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo (2001-2004) e Diretor-Presidente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB (2003-2004). Em 2004 foi eleito vereador da cidade de São Paulo. Desde 2007 exerce o mandato de deputado federal, eleito consecutivamente em 2006 e 2010. Na Câmara dos Deputados, foi líder do PT na casa em 2011.

Adelmo Carneiro Leão

Minas Gerais

Adelmo Leão nasceu em Itapagipe, no Triângulo Mineiro. Nasceu em 25/5/1949. Exerceu seis mandatos de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e foi eleito deputado federal em 2014. Médico, professor e doutor em Ciências pela USP, é casado, tem cinco filhos e seis netos.

A trajetória política começou no movimento estudantil, no período da ditadura militar. Graduou-se em Medicina na atual Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), na qual lecionou por 15 anos. Foi ativista de movimentos católicos de base, da organização sindical dos professores universitários e, em 1981, foi presidente da Comissão de Direitos Humanos da Arquidiocese de Uberaba. Fez mestrado e doutorado na USP-Ribeirão Preto.

Filiou-se ao PT em 1986 e coordenou em Uberaba o Movimento Pró Participação Popular na Constituinte. Fez parte da luta pela reforma sanitária brasileira, que resultou na inclusão do artigo “Saúde é Direito de Todos e Dever do Estado”, à Constituição Federal de 1988.

Em 1991, foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual, numa trajetória política marcada pela defesa da reforma agrária, pelo saneamento básico, o fortalecimento do SUS e a segurança alimentar. Seu trabalho sempre teve o apoio entidades, instituições e organizações da sociedade civil.

É autor de importantes leis de Minas Gerais: Política Estadual de Saneamento Básico, o Fundo Estadual da Saúde e a lei dos direitos dos usuários de serviços de saúde. Também é dele a lei que criou o programa de prevenção e tratamento especial de assistência médica integral aos portadores de anemia falciforme e, na segurança alimentar, a lei que criou o Programa Estadual de Incentivo à Agroecologia e Produção Orgânica – PEAPO.

Adelmo exerceu papel importante como presidente da CPI das Carvoarias, dos Medicamentos, e da Cemig, esta última investigou irregularidades na venda de parte das ações da Companhia para um grupo estrangeiro. A CPI foi fundamental para a devolução do controle da Cemig para o povo mineiro. Participou de 15 CPIs na ALMG.

Foi líder e vice-líder da Bancada do PT por diversas vezes, presidente da Comissão de Saúde, da Fiscalização Financeira e Orçamentária, de Direitos Humanos, e membro da Comissão de Esporte e Juventude. Adelmo presidiu a Comissão Especial que estudou a situação da dívida do Estado e coordenou a Frente Parlamentar pela Renegociação da Dívida de Minas.

Entre 1995 e 1996, foi presidente da Beneficência da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (Beprem) e Secretário adjunto municipal de Governo do então prefeito Patrus Ananias. No Partido dos Trabalhadores de Minas, atuou como Secretário de Formação Política e Secretário-Geral.

Em 2000, Adelmo assumiu o cargo de Secretário de Estado de Saúde no governo Itamar Franco, tendo criado a Mesa Permanente de Negociação com os sindicatos para garantir o diálogo com os servidores.

No governo Lula, em 2007, trabalhou na Presidência da República, e em 2008, foi superintendente regional do INCRA em Minas, tendo atuado efetivamente para a legalização de terras e assentamentos no Estado.

Mandatos de deputado estadual na Assembleia Legislativa:
1991-1995; 1997-1999; 1999-2003; 2003-2007; 2009-2011; 2011-2015

Filho de professores da rede pública estadual, Afonso Florence é mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBa). Foi diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao) e recebeu da Câmara Municipal de Salvador, em 2010, a Medalha Zumbi dos Palmares, por sua contribuição à luta contra o racismo, a discriminação e a intolerância.

Militante histórico do PT, Florence tem sua trajetória pautada nas lutas dos movimentos sociais. Entre 2007 e 2010, exerceu o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano da Bahia, durante a primeira gestão do governo Jaques Wagner (PT).

Naquela função, desenvolveu a maior política pública de reforma urbana, habitação, água e saneamento da história do estado, além de coordenar programas para populações de baixa renda como o Casa da Gente e o Água Para Todos.

Em 2010, foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal, obtendo 143.795 votos. No ano seguinte, licenciou-se do cargo para assumir o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), a convite da presidenta Dilma Rousseff. Fortaleceu a agricultura familiar e implantou a Política Nacional para povos e comunidades tradicionais.

Ainda à frente do MDA, Afonso participou da elaboração do Plano Brasil Sem Miséria e da Rede Brasil Rural; liderou o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), em especial do Mais Alimentos; e criou o Pac 2 Máquinas, maior programa de distribuição de máquinas e equipamentos rurais.

Na Câmara Federal, conseguiu a extinção do 14º e do 15º salário pagos a deputados e senadores, presidiu a Comissão Especial da PEC nº 215, que culminou no arquivamento da proposta e na defesa dos interesses das comunidades tradicionais, e conquistou a aprovação do marco regulatório das Organizações Não-Governamentais (ONGs), e do piso nacional dos Agentes de Saúde e Endemias.

Foi ainda presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Populações Extrativistas e dos Povos e Comunidades Tradicionais e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Agroecologia e Produção Orgânica.

Em 2014 foi reeleito ao cargo de deputado federal obtendo mais de 83 mil votos. Em 2016, ele foi escolhido líder do PT na Câmara e assumiu a função até o ano de 2017, quando foi substituído por Carlos Zarattini (PT-SP).

Ana Perugini

São Paulo

A 22 de Agosto de 1963, em Cariacica, no Espírito Santo, nasce Ana Lúcia Lippaus, filha do seu Antônio e dona Elisete. A primeira criança de quatro irmãos, inquieta, alegre e perseverante, que comporia, na sucessão do tempo, numerosos cenários focados na defesa das mais elementares necessidades do ser humano.

A todo e qualquer tempo e oportunidade pela preservação de todas as manifestações da vida. Da água e do ambiente, da terra e da moradia, da alimentação e da formação de líderes comunitários, espirituais e religiosos. Ana, a menina sonhadora que fez da infância e juventude uma cruzada pela organização dos movimentos cívicos e populares, em várias regiões de São Paulo, estado escolhido pela família Lippaus ao se transferir do Espírito Santo na década de 70.

Da simplicidade dos pais, pelas mãos do pedreiro e da trabalhadora da roça, Ana e os três irmãos, duas mulheres mais um garoto caçula, iniciam a vida familiar em terras paulistas. Primeiro, nas cidades de Valparaíso e Itaguaí, em comum a economia baseada na produção agrícola.

Depois, a se firmar na trajetória de milhões de brasileiros, que trocaram os municípios mais distantes do Interior pelas localidades que se notabilizaram pelo crescimento econômico e alta densidade populacional: Jundiaí e Sumaré, que combinaram duas características muito distintas e antagônicas: pujança financeira decorrente da industrialização e desigualdades sociais contundentes.

Época em que Hortolândia era ainda Distrito de Sumaré. Pouco a pouco, a menina se transforma na jovem de elevada consciência social. Do coral da escola, Ana Lúcia Lippaus, com sensibilidade, incorpora a missão da catequista, e desde então, travou a luta para ajudar sua comunidade a consolidar o processo de formação de líderes, que, em curto espaço de tempo, fariam história nos assentamentos agrícolas modelos e na formulação de políticas públicas de inclusão social. Conquistas por uma melhor condição de vida ao povo humilde, que suportaram e venceram obstáculos diuturnamente lançados.

Ana Lúcia Lippaus Perugini tem seu nome gravado na história de fundação do Partido dos Trabalhadores, em meados dos anos 80 no então Distrito de Hortolândia. Sua postura crítica pela justiça social lhe despertou a vontade e a necessidade de melhor conhecer.

E assim chegou ao curso superior, na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puccamp). Como Advogada, consolidou sua disposição de lutar, sempre, pelo que considera justo. Com a força do povo, sem medo de ser feliz!

Mãe de três filhas, se elegeu vereadora em 2004, deputada estadual em 2006 com 66.878 votos, sendo reeleita em 2010, com 115.342 votos.

Em 2014, foi eleita para a Câmara Federal com 121.681 votos.

Andrés Sanchez

São Paulo

Como boa parte dos brasileiros, Andrés Sanchez é descendente de imigrantes. Seu pai veio da Espanha para o Brasil nos anos 1950 – “com uma mão atrás e outra na frente”, registra o deputado – e se fixou no estado de São Paulo.

Nascido em Limeira (SP), Andrés trabalhou em mercados e Ceasas dos 12 aos 26 anos. “Uma vida lutadora como a de todos os brasileiros”, ressalta o petista.

Seguindo a tradição da família, de esquerda e sempre envolvida nos movimentos sindical e popular, Sanchez foi presidente da Associação dos Ceasas de Campinas (SP) e diretor da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento.

Andrés dirigiu uma empresa de embalagens plásticas por mais de 15 anos. O empreendimento foi crescendo e tornou-se um dos líderes no mercado. Em 2001, participou da fundação do Instituto Sol, que desenvolveu projetos sociais com comunidades carentes.

Frequentou e militou no Corinthians desde os 5 anos de idade, até se tornar conselheiro vitalício (1997) e presidente (2007/2011) do clube mais popular do estado de São Paulo.

Filiado ao PT desde 1981, foi eleito deputado federal nas eleições de 2014, alcançando 169.834 votos, sendo o mais votado entre os candidatos petistas em São Paulo.

Andrés Sanchez considera que a base do PT está muito distanciada dos mandatos do partido e não recebe destes o tratamento adequado. “Nós temos que resgatar e dar mais atenção à base do partido”, enfatiza.

Pretende dedicar o seu mandato para aperfeiçoar a legislação e as políticas públicas no esporte, mas também lutará para reformar o sistema tributário brasileiro. “Infelizmente, quem mais paga imposto nesse País são os pobres e a classe média baixa, enquanto qualquer milionário pode sonegar. É um sistema muito injusto que precisa ser mudado”, explica o deputado.

Angelim

Acre

Raimundo Angelim Vasconcelos, nasceu em Rio Branco (AC), filho de Tirso Ramos de Vasconcelos e Iolanda Angelim Vasconcelos. Casado com Maria Gerlívia de Melo Maia Angelim, tem três filhas, Renata Angelim Bessa Vasconcelos, Rafaella Angelim Maia Vasconcelos e Flávia Angelim Maia Vasconcelos.

Em 1980 adquiriu o grau de Bacharel em Economia pela Universidade Federal do Acre (UFAC). Possui ainda MBA em Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas. Na UFAC, ocupou os cargos de Pró-Reitor de Planejamento (1984/1988) e Diretor do Departamento de Economia (1990), sendo professor de Economia desde 1981.

No Poder Executivo, foi Secretário de Estado de Planejamento do Acre (1991/1992); Secretário Municipal do Trabalho e Bem Estar Social da Prefeitura Municipal de Rio Branco (1994/1995); Chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado do Acre (1999/2002); Secretário de Estado e Desenvolvimento das Cidades e Habitação (2003/2004); e Secretário de Estado e Cidadania e Assistência Social (2003/2004).

Foi Coordenador de Planejamento e Orçamento do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (1996/1997). No Poder Legislativo foi deputado estadual na Legislatura do ano de 2003. Ocupou ainda o cargo de Diretor Superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE-AC (1992/1995).

Foi eleito prefeito de Rio Branco por dois mandatos consecutivos (2005-2008/2009-2012) e indicado pelo Datafolha como prefeito com melhor avaliação do país em 2012.

Eleito deputado federal com a maior votação do Acre nas eleições de 2014, pauta seu mandato em políticas voltadas para o desenvolvimento social, bem como Educação, Saúde (com foco na infância/juventude), Produção, Meio Ambiente e Segurança Alimentar.

Arlindo Chinaglia

São Paulo

Arlindo Chinaglia Júnior, natural de Serra Azul, SP, formou-se médico pela Universidade de Brasília (UNB) e especializou-se em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente da Associação dos Médicos Residentes do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (AMERIAMSPE) e, por três vezes, do Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo (SIMESP), além de vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNM).

No início dos anos 80, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), somando-se a lideranças sindicais de expressão nacional, como Luiz Inácio Lula da Silva, e também da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da qual foi presidente no estado de São Paulo (1988/1989).

Em 1990, entra na vida política institucional ao ser eleito deputado estadual. Foi eleito para seu primeiro mandato de deputado federal em 1995. Na Câmara dos Deputados, exerce a presidência da Comissão de Fiscalização e Controle.

Em 2004, é escolhido pelos Líder da Bancada do PT na Câmara. No mandato da prefeita Marta Suplicy, em São Paulo (SP), exerceu ainda o cargo de Secretário de Implementação das Subprefeituras.

Durante seus cinco mandatos consecutivos como Deputado Federal, Arlindo Chinaglia destacou-se sempre por sua liderança e capacidade de diálogo. Foi eleito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), por 15 vezes seguidas, um dos “Cabeças do Congresso”.

Em 2007 e 2008, foi eleito, entre os 513 deputados e 81 senadores, o parlamentar mais influente do Congresso Nacional. E, em 2013, o terceiro mais influente. O presidente Lula escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo na Câmara dos Deputados e exercer um papel decisivo na aprovação das principais conquistas do país, tais como: o Bolsa Família, o Prouni e a Política de Valorização do Salário Mínimo.

Por seu trabalho, Arlindo Chinaglia foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2007/2008 e colocou na pauta de votação importantes projetos de interesse da sociedade, como a aprovação de emendas do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e a licença maternidade de seis meses, além de tornar mais produtiva e eficiente as votações no Congresso.

Foi presidente da mais importante Comissão Especial do Pré-Sal na Câmara dos Deputados e relator do Orçamento Geral da União. A presidenta Dilma Rousseff também escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo, cargo que exerceu até maio de 2014, quando foi eleito vice-presidente da Câmara e do Congresso Nacional.

Reeleito nas eleições de 2014, Chinaglia inicia em 2015 o sexto mandato como deputado federal.

Nascido em Oeiras (PI), Assis Carvalho chega à Câmara dos Deputados em 2015 para exercer seu segundo de deputado federal.

Suas prioridades para a legislatura 2015-2019 são o acesso à Saúde de qualidade, a modernização da Agricultura Familiar (com acesso a políticas públicas para reduzir o êxodo rural), e a Justiça Fiscal (com regras mais justas para distribuição da carga tributária).

Sendo o primogênito de oito filhos, começou a trabalhar cedo para ajudar no sustento da casa, dividindo o tempo entre os estudos e a venda de picolés, auxiliar de assentador de vidros e de escritório, gerente de lojas volantes, até entrar como bancário concursado na Caixa Econômica Federal em 1980.

Tendo começado a estudar somente aos dez anos de idade, formou-se em Letras pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Ligado aos movimentos sociais, Assis atuou no movimento sindical, foi dirigente da Confederação e do Sindicato dos Bancários e da Associação do Pessoal da Caixa. Participou da luta pela democratização da comunicação, nos anos 90, liderando o movimento rádios comunitárias no Piauí.

Em 2006, foi eleito deputado estadual e, no mandato, aprovou o Código de Saúde do Piauí. Foi secretário de Estado da Saúde (abril 2007 a março 2010), atuando em parte do período em que o Piauí apresentou o segundo melhor desempenho do Brasil, saindo da 23ª posição, em 2000, para a 16ª em 2009 (Índice Firjan); destacou o Piauí entre os que mais reduziram dengue, foi premiado em padrão internacional de plasma sanguíneo; modernizou, reformou, ampliou e reequipou a rede hospitalar.

Antes, foi gestor do Detran (2003-2004) – posicionando-o na segunda colocação no ranking brasileiro, com a moralização, informatização e ampliação do atendimento – e da Companhia de Águas – Agespisa (2005-março de 2006), onde ampliou o acesso ao abastecimento e investiu na qualidade da água produzida.

Foi eleito deputado federal em 2010 e reeleito em 2014.

Benedita da Silva

Rio de Janeiro

Benedita da Silva construiu sua vida pública envolvida nas lutas em favor das comunidades empobrecidas do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Moradora do morro Chapéu Mangueira durante 57 anos, iniciou sua trajetória na Associação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro.

Foi voluntária e alfabetizava adultos e jovens na favela do Chapéu Mangueira pelo método Paulo Freire. Nunca deixou de estudar e, aos 40 anos, concluiu os cursos de Serviço Social e de Estudos Sociais.

Em 1979, filiou-se com entusiasmo na criação do Partido dos Trabalhadores, pois via ali a oportunidade das mulheres, negras e pobres lutarem de forma organizada por direitos.

Em 1982, já articulada com os movimentos de mulher, negro e comunitário, foi eleita a primeira vereadora do PT e também a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro.

A eleição para deputada federal em 1986 foi o reconhecimento do trabalho em defesa da mulher, da igualdade racial, da trabalhadora doméstica, das minorias, dos direitos humanos e das comunidades faveladas. Assumiu o mandato, que também era constituinte, com a determinação de incluir na nova Constituição democrática os direitos desses segmentos discriminados.

Foi um luta árdua incluir os direitos das trabalhadoras domésticas, muitos dos atuais direitos da mulher e garantir o direito das mulheres presidiárias de permanecerem com os seus filhos durante a amamentação. Lutou pela igualdade racial, pela titulação das terras de quilombos, entre outras bandeiras. Foi suplente da Mesa Diretora da Câmara na Constituinte.

Benedita da Silva manteve a coerência em todos os mandatos e cargos que assumiu. Assim, foi na condição de vereadora, deputada federal, senadora, vice-governadora, governadora, ministra de Desenvolvimento Social do primeiro Governo de Lula, e secretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

Em 2002, quando governou o estado do Rio de Janeiro, numa decisão inédita, nomeou 20% de negros para o primeiro escalão. Implantou a lei cotas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ao ser eleita novamente deputada federal, em 2010, foi escolhida para ser a relatora da Proposta de Emenda Constitucional que ampliou os direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas, uma categoria com cerca de 7 milhões de pessoas. Foi uma oportunidade que a honrou, pois essa é uma luta que ela vem travando desde o início de sua vida política.

Do movimento comunitário do Chapéu Mangueira aos mandatos políticos que exerceu e continuou exercendo, passando pelo engajamento em defesa da igualdade racial, dos direitos da mulher e da inclusão social e de uma trajetória que reflete as lutas de todos aqueles que são excluídos, e lutam por uma sociedade socialmente mais justa e democrática.

Beto Faro

Pará

Agricultor familiar e filiado ao PT desde 1987, Beto Faro acumulou larga experiência na militância sindical. Presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bujaru, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri-PA) e a Central Única dos Trabalhadores do Pará.

Destacou-se na luta pela consolidação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e de outras políticas públicas para a população rural.

Elegeu-se deputado federal em 2006, mas chegou a assumir o mandato no final da legislatura anterior, em janeiro de 2007, quando ainda era suplente.

Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PT e vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Em 2010, foi o mais votado entre os candidatos do PT, alcançando a reeleição com 169.504 votos.

No governo Lula, ocupou o cargo de Superintendente Regional do INCRA no Pará entre 2003 e 2004. Iniciou a nova legislatura como membro titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e suplente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, além de ser novamente vice-líder da bancada petista.

Em 2014 foi reeleito e inicia em 2015 o seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados.

Caetano

Bahia

Luiz Carlos Caetano, farmacêutico bioquímico, natural de Central (BA), iniciou sua militância política na resistência à ditadura, atuando no movimento estudantil.

Naquele contexto, fundou e presidiu o diretório acadêmico do curso de Farmácia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), foi diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFBA e ajudou a reconstruir a União Nacional dos Estudantes (UNE), colocada na clandestinidade pelo regime militar.

Após formado, fixou-se em Camaçari (BA), um dos principais polos petroquímicos do País. Lá foi vereador e prefeito por três mandatos (1985-1988 e 2004-2012) nos quais se destacou e obteve amplo reconhecimento na forma de prêmios de excelência em gestão pública. Como prefeito, chegou a presidir a União das Prefeituras da Bahia (UPB).

Também foi deputado estadual e, em 2014, foi o candidato a deputado federal mais votado do PT da Bahia, alcançando 125.862 votos.

Na Câmara, foca sua atuação na luta pelo desenvolvimento local e pelo fortalecimento do municipalismo, bem como no posicionamento em prol da reforma política e da reforma tributária, elementos estruturantes fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico nacional.

Chico D’Ângelo

Rio de Janeiro

Chico D’Ângelo, médico graduado na Faculdade de Medicina de Campos (RJ), teve seu primeiro contato com a militância política no movimento estudantil. Foi presidente da Associação dos Médicos Residentes da Santa Casa do Rio de Janeiro e, naquele momento, tornou-se um dos líderes da primeira greve desta categoria, no ano de 1978, em plena ditadura militar.

Após graduar-se, atuou no movimento sindical, tendo sido diretor do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Médicos, período em que também integrou o Conselho Regional de Medicina do estado.

Tem orgulho de ter participado da histórica 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986, que lançou as bases do Sistema Único de Saúde (SUS). Posteriormente militou na luta pela implantação do SUS.

Adquiriu experiência como gestor público na condição de Secretário Municipal de Saúde de Niterói (RJ) entre 2002 e 2006, período no qual integrou a diretoria do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde.

Eleito deputado federal em 2006, atuou entre 2007 e 2010 na Comissão de Seguridade Social e Família, que trata na Câmara dos temas da saúde, da assistência social e dos direitos previdenciários. Além disso, tratou de questões de interesse dos petroleiros, dos pequenos agricultores e de outros segmentos sociais.

Nas eleições de 2010 ficou na primeira suplência, chegando a assumir o mandato de fevereiro de 2011 a novembro de 2012.

Elegeu-se novamente deputado federal em 2014 e continua se dedicando ao fortalecimento do SUS, bem como atuará com as bandeiras do movimento sindical, na defesa dos direitos trabalhistas e temas afins.

Décio Lima

Santa Catarina

Fundador do PT em Santa Catarina, advogado e professor, Décio Lima está no seu terceiro mandato como deputado federal. Já atuou como titular em sete comissões – entre elas a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e o Grupo de Trabalho para avaliar a proposta do Novo Código Penal Militar – e em outras três na condição de suplente: Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), Comissão Especial destinada a analisar as Propostas de Emenda à Constituição que versam sobre Segurança Pública (CESEGUR) e Subcomissão Especial de Publicidade e Propaganda (SUBPUBLI).

Décio Lima foi o primeiro catarinense a presidir a CCJC, em 2013, período em que construiu uma pauta horizontal que contemplou todos os partidos e deu agilidade aos temas de interesse do país em tramitação na comissão. Coordenou, em 2012, o Fórum Parlamentar Catarinense, conduzindo de forma republicana e democrática as questões relevantes para Santa Catarina.

Décio Lima foi vereador e prefeito de Blumenau (SC) por dois mandatos consecutivos (1997-2004), destacando-se pela atuação na implantação de programas de inclusão social e a modernização urbana do município.

Entre 2005/2006, foi superintendente do Porto de Itajaí, um dos mais importantes terminais do Brasil, sendo responsável pela captação do maior volume de investimentos em toda sua centenária história, assegurando a geração de emprego, renda e desenvolvimento da economia catarinense.

Reconduzido nas eleições de 2014 à Câmara dos Deputados, Décio Lima tem o compromisso de atuar na defesa dos interesses dos municípios catarinenses, assegurando os recursos e garantindo ao acesso aos programas federais para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida da população.

Bohn Gass nasceu no município de Santo Cristo, noroeste do Rio Grande do Sul. Filho de agricultores familiares, desde cedo ajudou os pais na pequena propriedade.

Graduou-se em Estudos Sociais, com licenciatura em História, pela Unijuí e Pós-Graduação em Gestão Social pela UFRGS.

Fundador do PT, sempre integrou direções partidárias em nível local e estadual. Fundador da CUT, integrou sua direção nacional. Bohn Gass atuou também no movimento estudantil e na Pastoral da Juventude.

A história de lutas e a experiência o conduziram, em 2010, ao cargo de Secretário Nacional Agrário do Partido dos Trabalhadores. No movimento sindical, presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Cristo por duas vezes (1986-1989 e 1992-1995).

Em 1996, elegeu-se vereador em Santo Cristo. No mesmo ano, renunciou à vaga de vereador para assumir, como suplente, a vaga do deputado estadual. Foi reeleito deputado estadual em 1998, 2002 e 2006, com votação em mais de 250 municípios gaúchos.

Na Alergs, teve atuação marcante e foi líder da bancada petista, além de ter presidido a Comissão de Agricultura e coordenado as frentes parlamentares em defesa da extensão rural e da economia popular e solidária.

Em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Bohn Gass, se destacou na luta em defesa da agricultura familiar. Presidiu a Comissão Especial que elaborou o novo Código Florestal que garantiu critérios diferenciados para o agricultor familiar.

Foi relator do projeto de lei de criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural -Anater. Entre os projetos apresentados está o que prevê redução de impostos a quem fizer uso racional de água e energia elétrica e o que prevê a preferência de pagamento dos créditos ao agricultor familiar em caso de falência da empresa.

Erika Kokay

Distrito Federal

Erika Kokay é natural de Fortaleza (CE) e reside em Brasília desde 1975. Deu os primeiros passos na política em 1976, ao ingressar na Universidade de Brasília (UnB) e participar do movimento estudantil. Em 1977 ajudou a organizar uma greve histórica, reprimida pela polícia que invadiu a UnB, resultando na sua expulsão e na das lideranças do movimento, sem direito de defesa.

Mudou-se em 1978 para São Paulo, onde ingressou no curso de História da USP, não chegando a concluí-lo. Na USP, organizou e liderou uma passeata com mais de 20 mil estudantes contra a ditadura militar, marco histórico da luta pelo retorno à democracia.

Depois da Anistia, ganhou o direito de retornar à UnB e concluiu o curso de Psicologia em 1988. No movimento sindical, organizou em 1985 a primeira greve dos funcionários da Caixa em 124 anos de existência da empresa. Foi presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília por dois mandatos, secretária-geral da Confederação Nacional dos Bancários e presidenta da CUT-DF.

Eleita deputada distrital em 2002 e 2006, seus dois mandatos na Câmara Legislativa do DF foram marcados pelo forte apoio às demandas dos movimentos populares. Presidiu as comissões de Direitos Humanos e de Defesa do Consumidor na CLDF e teve atuação decisiva na apuração das denúncias de corrupção relacionadas ao escândalo da Caixa de Pandora, envolvendo políticos do Distrito Federal.

Em 2011 inicia sua trajetória na Câmara dos Deputados, mantendo como uma de suas principais áreas de atuação a defesa dos direitos humanos, em todas as suas dimensões e agora em âmbito nacional, mas sem jamais esquecer as questões afetas ao Distrito Federal. Desde o início, integrou as comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Seguridade Social e Família.

Erika Integrou também comissões de Finanças e Tributação, Desenvolvimento Urbano, Legislação Participativa e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Participou ainda das comissões especiais destinadas a discutir: o direito à educação sem uso de castigos corporais (presidente); reforma política; a autonomia da Defensoria Pública do Distrito Federal (relatora); a criação de Carreira do Policiamento de Trânsito; Carreira Única de Médico de Estado; a redução da maioridade penal; a regulamentação das terras indígenas; o Estatuto da Família, a criação da Perícia Oficial de Natureza Criminal; a que institui o piso salarial para vigilantes; a que discute a revisão do Estatuto do Desarmamento, entre muitas outras.

Presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito que apurou denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes, tendo feito diligências e oitivas em diversas partes do país, inclusive de prefeitos e outros ocupantes de importantes cargos públicos, que levaram muitos envolvidos à prisão. Além disso, Erika participou de diversas Frentes Parlamentares entre as quais se destacam a Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às DST/HIV/AIDS e a Frente Parlamentar Mista de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.

Entre projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, requerimentos e outras iniciativas, Erika apresentou cerca de 600 proposições e relatou dezenas de outras.

Em 2014 foi reeleita para a Câmara com 92.558 votos, a terceira maior votação no Distrito Federal.

Gabriel Guimaraes

Minas Gerais

Gabriel Guimarães foi reeleito deputado federal em 2014, pelo Partido dos Trabalhadores, ao segundo mandato, com 200.014 votos, tendo sido o quinto deputado federal mais votado de Minas Gerais.

Formado em Direito no Centro Universitário de Brasília (UNICEUB), adquiriu relevante experiência profissional, tendo trabalhado no Ministério Público Estadual de MG, na Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, no Tribunal de Justiça-MG, no Tribunal de Justiça do DF, na assessoria da Presidência da Câmara do Deputados, no Instituto Brasileiro de Administração Municipal – seção MG – no escritório de Direito Tributário, Sacha Calmon & Mizabel Derzi, além de ser sócio fundador da sociedade de advogados ANDRADE, ANTUNTES E HENRIQUES, com foco no direito privado.

Além de integrar as comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e a de Minas e Energia, Gabriel Guimarães é presidente de uma das mais importantes comissões da CD, a que analisa o Novo Marco Regulatório Mineral.

É um dos coordenadores da Frente Parlamentar em Defesa da Advocacia e integra a Frente Parlamentar Municipalista, a Frente Parlamentar em Defesa da Infraestrutura e a Frente Parlamentar do Setor Sucroenergético.

Como representante dos mineiros no Congresso Nacional, Gabriel Guimarães cumpre o seu compromisso de ser um interlocutor permanente entre municípios, Governo Estadual e Governo Federal, trabalha pela ampliação das Escolas Técnicas, transformação do CEFET-MG em universidade tecnológica, pela interiorização das universidades federais e por políticas públicas para a juventude.

Na Câmara dos Deputados, Gabriel trabalha para levar transparência aos partidos políticos através de regulamentação.

Givaldo Vieira

Espírito Santo

Nascido em Laranja da Terra (ES), em 28 de outubro de 1969, Givaldo Vieira, bacharel em Direito, advogado, é casado com a pedagoga Andressa Possoli e pai da Mariana, do Arthur e da Sophia.

Givaldo foi vereador de Serra (ES) entre 1997 a 2000; secretário de Direitos Humanos e Cidadania de 2001 a 2004; e, em seguida, secretário de Educação. Antes de se candidatar a deputado estadual, em 2006, atuou como secretário de Coordenação Política da Prefeitura de Vitória.

Assumiu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa em 2007, quando foi membro das comissões de Turismo e de Direitos Humanos, e, ainda, presidente da Comissão de Acompanhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Em 2008, licenciou-se do mandato de deputado para ser secretário de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades) durante 11 meses. Nesse período, desenvolveu ações voltadas à inclusão social e produtiva, por meio de convênios com prefeituras e entidades em projetos de assistência social e da oferta de cursos de qualificação profissional, além da realização de conferências e debates sobre os direitos das mulheres, das pessoas com deficiência e dos idosos.

O retorno à Assembleia, em 2009, foi marcado pela dedicação às questões sociais, além de sua atuação como segundo secretário da Mesa Diretora.

Givaldo Vieira ainda foi presidente do Diretório Regional do PT no período entre 13 de dezembro de 2008 e 25 de agosto de 2011. Em 3 de outubro de 2010, em primeiro turno, Givaldo foi eleito vice-governador do Espírito Santo e assumiu, no dia 1º de janeiro de 2011, o cargo.

À frente da vice-governadoria, Givaldo teve atuação destacada na coordenação de projetos do Governo Capixaba, tanto na elaboração destes quanto na execução, como o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Espírito Santo (Proedes), no qual foi o coordenador.

Como continuidade de um trabalho que já havia realizado enquanto deputado estadual, Givaldo também foi o coordenador do PAC 2 no Espírito Santo, oficialmente nomeado pelo Ministério das Relações Institucionais, pelo Ministério do Planejamento e pelo então governador. Givaldo esteve por cinco vezes no comando do Governo do Estado, no cargo de governador em exercício.

Eleito deputado federal em outubro passado, sendo votado nos 78 municípios capixabas, Givaldo foi diplomado para o cargo no dia 19 de dezembro de 2014, pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Helder Salomão

Espírito Santo

Helder Ignacio Salomão nasceu em Córrego Alto Moacir, município de Colatina (ES), hoje município de Governador Lindenberg. Filho dos trabalhadores rurais Nadir e Demétrio. Aos dez anos, em 1975, mudou-se para a cidade de Cariacica (ES) com o objetivo de continuar seus estudos.

Casado com a professora Vera e pai de dois filhos, Sofia e Pedro, Helder iniciou sua militância nas Comunidades Ecleciais de Base e nos movimentos sociais, em 1980. No ano de 1982, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Formado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO). É professor de Filosofia desde 1988.

Seu primeiro mandato eletivo foi de vereador na cidade de Cariacica (ES) de 1993 a 1996. Em 2002, foi eleito deputado estadual do Espírito Santo.

Em 2004, venceu as eleições para prefeito da cidade de Cariacica, e se tornou o primeiro prefeito da história a ser reeleito na cidade (2005-2012). Deixou o governo com aprovação recorde na história do município.

Como prefeito, Helder foi 18 vezes premiado pela sua eficiente gestão e pelo apoio às micro e pequenas empresas. O que o levou a ser eleito por três vezes consecutivas Prefeito Empreendedor do Estado e por uma vez o Prefeito Empreendedor do Brasil.

Foi vice-presidente para Assuntos da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedor Individual da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), vice-presidente do Conselho Metropolitano de Desenvolvimento da Grande Vitória (COMDEVIT) e coordenador da Região Metropolitana da Grande Vitória da Associação dos Municípios do Espírito Santo (AMUNES).

Participou de duas Missões Técnicas Internacionais do Sebrae Nacional para intercâmbio de experiências com países europeus sobre políticas de apoio à micro e pequena empresa na Espanha, Itália, Inglaterra e Escócia.

Foi secretário de Assistência Social e Direitos Humanos do Espírito Santo de fevereiro de 2013 a março de 2014.

Disputou as eleições de 2014 para o mandato de deputado federal e foi eleito com 83.967 votos.

Henrique Fontana

Rio Grande do Sul

Henrique Fontana Júnior nasceu no dia 18 de janeiro de 1960, em Porto Alegre (RS). Formado em Administração de Empresas e em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), inicia o quinto mandato como deputado federal, reeleito em 2014 com 128.981 votos.

Na legislatura 2011-2015 foi líder do Governo Dilma na Câmara Federal, relator da Comissão Especial da Reforma Política, presidente da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção e vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.

Também ocupou o cargo de líder do governo na Câmara, entre 2008 e 2010, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Henrique Fontana foi eleito vereador da capital gaúcha em 1992, ano em que Tarso Genro sucedeu Olívio Dutra na Prefeitura. Em 1996 foi reeleito vereador e se tornou secretário municipal da Saúde na gestão de Raul Pont. Candidato a deputado federal pela primeira vez em 1998, teve expressiva votação e ingressou na bancada PT na Câmara Federal.

Em seu primeiro mandato, destacou-se como debatedor de temas nacionais e articulador do governo do Rio Grande do Sul junto ao governo federal e ao Congresso Nacional.

Foi membro da Comissão de Seguridade Social e entre os projetos apresentados por ele na Câmara estão as propostas de realização de um plebiscito para decidir o ingresso ou não do Brasil na Alca; de ampliação dos recursos para a saúde, com a correção da tabela do SUS; de criação de uma CPI para investigar irregularidades nos planos de saúde; de regulamentação da publicidade de medicamentos; e outro sobre a redução de danos entre usuários de drogas injetáveis.

Em 2002, foi reeleito deputado federal. Com a vitória do presidente Lula, Henrique passou a mostrar habilidade já na vice-liderança da bancada do PT e, posteriormente, na liderança do Partido, durante a crise de 2005, função que ocupou até o início de 2007.

A desenvoltura do líder chamou a atenção do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que o escolheu entre os parlamentares mais destacados do Congresso. Em 2008 e 2009, foi eleito pelos parlamentares como o segundo deputado mais destacado do Congresso Nacional. Pela sua atuação, recebeu também prêmios do site Congresso em Foco (especializado em cobertura política).

Na reeleição de Lula em 2006, Henrique ampliou sua votação e foi eleito para o terceiro mandato federal consecutivo. Como Líder do Governo na Câmara, entre 2008 e 2010, teve papel destacado em votações de projetos importantes para o desenvolvimento do país, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida, bem como nos debates sobre o pré-sal. Na eleição de 2010, foi mais uma vez reconduzido à Câmara dos Deputados, após obter mais de 130 mil votos.

João Daniel

Sergipe

João Daniel tem uma história de vida ligada às lutas populares. Filho de pequenos agricultores, desde cedo compreendeu o valor da terra para o povo do campo e a necessidade de ampliar as conquistas dos trabalhadores.

Já aos 17 anos, João Daniel iniciou a militância política na Pastoral da Juventude e nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica. Saiu do interior de Santa Catarina para integrar o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), com a tarefa de fundar o Movimento naquele Estado. Depois, seguiu organizando o MST em outras regiões do país até chegar ao Nordeste.

Em Sergipe, fincou raiz. No estado há cerca de 20 anos, João Daniel participou das articulações iniciais do MST, junto com lideranças da Diocese de Própria; do Pólo Sindical; do Comitê de Apoio a Luta pela Terra; da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Durante essa trajetória, João Daniel vivenciou despejos violentos, sofreu ameaças, foi preso, torturado. Manteve-se firme, organizando o povo, seguindo a caminhada.

Com essa firmeza de ideal, o MST em Sergipe, sob a liderança de João Daniel, consolidou-se como um Movimento de referência nacional, e hoje é, proporcionalmente, o estado com o maior número de famílias sem terra mobilizadas em acampamentos e assentamentos.

À luta e à organização do MST somam-se as experiências de outros movimentos sociais urbanos e rurais, de moradia, juventude,pequenos agricultores, cooperativas, sindicatos, ou seja, uma força popular que caracteriza João Daniel como uma das mais importantes lideranças políticas do Estado de Sergipe.

Em 2010, atendendo ao seu partido e aos movimentos sociais, candidatou-se pela primeira vez a deputado estadual. Nas urnas teve a resposta da população e foi eleito com 29.936 votos, o sexto deputado mais votado em Sergipe naquela ocasião.

João Daniel cumpriu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Sergipe de 2011 a 2014, para o qual foi eleito com quase 30 mil votos. No parlamento estadual, exerceu um dos mandatos mais participativos da história, com ações voltadas para as principais necessidades do povo, visando a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e toda população.

Novamente, em 2014, foi desafiado a partir para um mandato federal. O deputado João Daniel chega à Câmara após ter sido eleito com 52.959 votos. Ele foi o único escolhido do Partido dos Trabalhadores em Sergipe para o mandato de 2015/2018.

Jorge Solla

Bahia

Nascido em Salvador, no bairro de Baixa de Quintas, Jorge Solla é graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (1984), Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (1993) e Doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Solla é casado com a enfermeira Marília Fontoura há 26 anos e tem dois filhos.

Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista (1999 a 2002), Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde (2003 a 2005) e Secretário da Saúde do Estado da Bahia (2007 a janeiro de 2014).

É médico pesquisador da Universidade Federal da Bahia e autor de inúmeros livros e artigos sobre gestão da saúde. Iniciou sua militância política em 1979 durante o Congresso de Reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), tendo sido presidente do Diretório Acadêmico de Medicina e diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFBA.

Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores na Bahia, sempre militando na área de saúde, lutando pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Teve atuação no movimento sindical e na direção estadual do PT. Nos últimos 15 anos, tem se dedicado a atuar em gestão da saúde em administrações petistas.

À frente da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, construiu cinco novos hospitais, contemplando diversas regiões da Bahia e disponibilizando mais de 1.400 novos leitos hospitalares; disponibilizou novos leitos de UTI, triplicando o número existente na rede SUS no Estado; criou o Programa Saúde em Movimento, que realizou mais de 140 mil cirurgias de catarata e 400 mil consultas oftalmológicas; triplicou o número de Centro de Especialidades Odontológicas (CEO); criou o programa de Rastreamento de Câncer de Mama que já beneficiou mais de 150 mil mulheres; promoveu a expansão do SAMU 192, hoje atendendo mais de 10 milhões de baianos.

Programa de Internação Domiciliar, hoje com 26 equipes e mais de mil pacientes atendidos por mês; beneficiou mais de 90 mil pessoas com o Programa Medicamento em Casa; entregou mais de mil novos postos de Saúde da Família em toda a Bahia; recriou a Bahiafarma, depois de 18 anos fechada; ampliou em mais de 127% o número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPs); construiu o Hospital do Subúrbio, primeira Parceria Público Privada (PPP) hospitalar do Brasil e inaugurou 18 Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), atendendo diversas regiões do estado.

Eleito deputado federal em 2014, continuará, na Câmara, sua luta em prol do fortalecimento do SUS e da saúde em geral, bem como de áreas e temáticas afins.

José Airton é advogado e engenheiro civil, com mestrado em Direito Público. Foi eleito para o terceiro mandato de deputado federal pelo PT do Ceará nas eleições de 2014. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Ceará, vereador de Aracati (CE), primeiro prefeito de Icapuí (CE), tendo exercido dois mandatos, e também vereador de Fortaleza (CE).

Começou sua militância política na universidade, participando e sendo presidente e vice-presidente respectivamente do Centro Acadêmico Unificado das Engenharias, Civil, Mecânica e Elétrica. Participou da Pastoral Universitária, tendo lá contribuído para a fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980, atuando junto ao ex-presidente Lula desde os primórdios do partido.

Os excelentes resultados das gestões em Icapuí (município que ajudou a emancipar), uma das primeiras cidades administrada pelo PT no Brasil, o levaram a concorrer ao governo do estado duas vezes. Na segunda vez, em 2002, agrupou importantes aliados. Numa campanha jamais vista na história do Ceará, levou a disputa para o segundo turno, fato inédito no estado, mas acabou não eleito por uma diferença de 3.047 votos.

Foi diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Como deputado federal foi relator da Lei da Pesca e da Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura e presidente da Comissão Mista Especial do Congresso Nacional para apreciar a chamada de MP da Seca.

Atua em prol da criação da Zona Franca no Semiárido Nordestino, é municipalista e suas principais áreas de atuação são educação, social, infraestrutura, turismo, sendo um grande aliado e defensor das causas trabalhistas.

José Mentor

São Paulo

José Mentor, paulista de Santa Isabel, tem participado, ao longo de mais de quatro décadas de vida pública, das principais transformações do país, sempre lutando em defesa da democracia, em favor das demandas dos movimentos sociais e pela valorização da cidadania.

No movimento estudantil, na década de 1960, ajudou a reconstruir o Centro Acadêmico 22 de agosto e o DCE-livre da PUC-SP, a União Estadual dos Estudantes (UEE) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). Participou do histórico Congresso da UNE em Ibiúna (SP), sendo um dos mais de setecentos estudantes presos pela ditadura militar.

Advogado formado em 1971, refundou o Jurídico 22 de agosto em 1976, onde assessorou movimentos sociais. Fez parte da Comissão Arquidiocesana dos Direitos Humanos de São Paulo. Em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em 1989 assumiu seu mandato parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo. Como deputado estadual constituinte e líder da bancada petista, José Mentor foi apontado pela imprensa como um dos quatro melhores constituintes paulistas.

Eleito vereador em São Paulo por três vezes (1992, 1996 e 2000), seus mandatos destacaram-se por sua dedicada atuação parlamentar, apoio às lutas sociais, fiscalização do Executivo e construção partidária.

Foi líder do PT, presidiu a Comissão de Finanças e Orçamento, quando organizou, de forma pioneira, o orçamento participativo através de audiências públicas regionais (1999/2000). Foi líder do governo Marta Suplicy em 2001, reconduzido no ano seguinte.

Em 2002, elegeu-se deputado federal, foi membro da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e indicado, pela liderança do PT, como relator da CPMI do Banestado e sub-relator da Comissão da Reforma Tributária.

Reeleito em 2006 e 2010, continuou como membro da CCJC e também foi membro das Comissões Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle; relatou projetos como Inspeção Técnica Veicular, delegado conciliador entre outros.

É autor de projetos como o da obrigatoriedade de uso de tornozeleira para agressores de mulheres; regulamentação da profissão de podólogos; proibição de transmissão de lutas de MMA pela TV; acendimento automático de faróis de motos; obrigatoriedade de educação ambiental nas escolas; obrigatoriedade de indicação do condutor principal nos certificados de veículos etc. É coordenador do Grupo de Trabalho de Consolidação das Leis.

José Mentor iniciou em 2015 seu quarto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados para continuar exercendo tarefas para o Brasil avançar ainda mais, com justiça social e crescimento econômico.

Leonardo Cunha de Brito, conhecido como Léo do PT, nasceu em Rio Branco (AC). É filho de Lucinda Cunha e Tácio de Brito, casado com Jucyane Pontes, advogada e professora da Universidade Federal do Acre (UFAC), e pai de Sofia Brito.

É advogado e professor universitário, graduado pela UFAC, pós-graduado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e Mestre em Relações Internacionais pela UFSC.

Militante do PT desde a adolescência e filiado desde 1997, participou como estudante secundarista do “Movimento dos Caras Pintadas”, no Fora Collor. Na Universidade, foi fundador do Centro Acadêmico de Direito da UFAC, em 1999, e Coordenador Geral por duas gestões.

Também foi membro da diretoria do DCE/UFAC. Também teve atuação no movimento ambientalista, sendo sócio-fundador da ONG Associação Vertente, que trabalha a temática dos recursos hídricos.

Militante e ativista político, Léo participou de vários encontros internacionais, como o Fórum Social Mundial, defendendo grandes causas da sociedade. Em 2003, no segundo mandato do governador Jorge Viana (PT), assumiu, com apenas 23 anos, o cargo de Secretário Extraordinário de Juventude do Acre, na qual implementou programas importantes, sobretudo para a formação da juventude.

Nesse período, fundou e foi eleito presidente do Conselho Estadual da Juventude e vice-presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Políticas Públicas de Juventude. Foi assessor do governador Tião Viana. Presidiu por dois mandatos o Diretório Estadual do PT no Acre, até dezembro de 2013.

Em 2014 foi eleito deputado federal, obtendo 20.876 votos.

Leonardo Monteiro

Minas Gerais

A trajetória política do Deputado Federal Leonardo Monteiro é motivo de orgulho para todo o estado de Minas Gerais. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (Fadivale) de Governador Valadares, é, também, Técnico em Química com Especialização em Meio Ambiente.

Assim como o presidente Lula, sua atuação política teve origem no movimento sindical. Foi na Celulose Nipo Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente, onde trabalhou por 19 anos, que iniciou sua militância. Uma trajetória político-sindical marcada por lutas e conquistas.

Leonardo Monteiro foi um dos responsáveis pela implantação, em 1978, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose (Sinticel). Em 1982 foi eleito presidente do Sindicato, cargo que ocupou até 1985.

Nos anos 90, organizou os sindicatos dos Bancários, Comerciários, Trabalhadores na Alimentação, Gráficos, Saúde, Metalúrgicos e Servidores Públicos Municipais e idealizou a reestruturação do espaço físico da União Operária, em Governador Valadares. Atuou junto à criação da Federação Interestadual de Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose.

Em 1992, motivado pelo Partido dos Trabalhadores e por sindicalistas, Leonardo Monteiro sai candidato a vereador em Governador Valadares, vence as eleições e é reeleito por duas vezes, em 1996 e 2000. Foi um dos vereadores mais atuantes na cidade.

Foi secretário e vice-presidente da Câmara Municipal e, em 2000, foi eleito presidente. Implantou os Gabinetes de Vereadores e os projetos Câmara Itinerante, Câmara Escolar, Vereador Estudante e o Fórum Permanente Buscando Soluções.

Em 2003, assume seu primeiro mandato de Deputado Federal, quando passou a representar o povo mineiro em Brasília. Sua luta agora é por todo o Estado, que reconhece a atuação do parlamentar e o reelege em 2006, 2010 e em 2014. Através de projetos apresentados aos Ministérios e aos órgãos do Governo Federal, Leonardo Monteiro logo começou a trazer benefícios para as regiões do Vale do Rio Doce, Vale do Suaçuí, Vale do Jequitinhonha, Guanhães, Vale do Mucuri, Vertentes e Norte de Minas.

São exemplos disso a duplicação e iluminação da BR-116 no trecho urbano de Valadares, a duplicação da BR-381 (Fernão Dias Norte), a instalação dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia (Araçuaí, Pirapora, Almenara e Governador Valadares), os cursos da Universidade Aberta do Brasil (em convênio com universidades como UFMG, UFOP, UFLA e UFJF).

Leonardo Monteiro tem atuado na implementação de ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas, contribuindo para o fortalecimento dos programas sociais do Governo Federal (como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida), e assumindo o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento, com geração de trabalho e renda, com a agricultura familiar e camponesa e com a preservação do meio ambiente.

Mas a grande bandeira do deputado é garantir a expansão da rede federal de educação em Minas Gerais, apoiando a criação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFJM); a implantação de um campus da Universidade Federal de Ouro Preto, no Vale do Aço (com cursos em Ipatinga e Timóteo); e do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares.

Luiz Couto

Paraíba

Filho de agricultores sem terra, Luiz Couto nasceu em Soledade, pequena cidade encravada no cariri paraibano. Mudou-se para João Pessoa em busca de melhores oportunidades para estudar.

Graduou-se em Filosofia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e cursou Teologia no Instituto de Teologia do Recife/PE, ordenou-se padre em 1976 e logo se aproximou dos seguidores da Teologia da Libertação, corrente que defende mudanças progressistas na Igreja Católica.

Entrou para o quadro docente da UFPB, onde chefiou o Departamento de Filosofia e foi diretor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPB. Integrou o Conselho Universitário da UFPB e os conselhos estaduais de Defesa da Criança e do Adolescente e de Defesa dos Direitos do Homem e do Cidadão.

Filiou-se ao PT em 1985 e presidiu o diretório municipal de João Pessoa e o diretório estadual da Paraíba.

Apesar das pressões das alas conservadoras da igreja, Couto é favorável ao uso de camisinha e combate fortemente a intolerância e o preconceito contra homossexuais.

Por conta de suas denúncias contra os grupos de extermínio, Luiz Couto é alvo constante do crime organizado, fato que já o obrigou a viver sob proteção policial e ainda hoje exige precauções com a sua segurança.

Foi deputado estadual duas vezes e desde 2003 é deputado federal, sempre eleito com o apoio dos movimentos sociais e setores progressistas da Paraíba.

Na Câmara dos Deputados foi relator da CPI que investigou os grupos de extermínio no Nordeste, presidiu por duas vezes a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e atuou ainda como titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Eleito em 2010, para o terceiro mandato, Luiz Couto continuou atuando no combate à corrupção, ao crime organizado, à exploração sexual de crianças e adolescentes, à intolerância e ao preconceito. Foi agraciado pelo Prêmio Congresso em Foco por 04 vezes.

Recebeu também o maior prêmio de Direitos Humanos, concedido pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. O prêmio consiste na mais alta condecoração do governo brasileiro às pessoas que desenvolvem ações de destaque nas áreas de promoção e defesa dos Direitos Humanos.

Em 2014 foi reeleito para o quarto mandato para continuar defendendo as bandeiras históricas já elencadas em seus diversos mandatos e dará prioridade às profundas reformas de que o Brasil Necessita.

Luiz Sérgio

Rio de Janeiro

Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira nasceu em Angra dos Reis em 1958. Iniciou sua militância social em 1979, atuando nas Comunidades de Base da Igreja Católica.

Nos anos 80, juntamente com Lula e tantos outros companheiros, assinou a Carta de São Bernardo, um dos documentos fundamentais da criação do Partido dos Trabalhadores.

Metalúrgico, egresso da escola de formação profissional do estaleiro Verolme, ajudou a organizar a oposição sindical, e venceu as eleições para o Sindicato dos Metalúrgicos de Angra dos Reis em 1984. Três anos depois, seria eleito presidente da entidade com 82% dos votos. Tinha início assim sua carreira política.

Em 1988, Luiz Sérgio foi eleito vice-prefeito de Angra dos Reis na chapa que tinha Neirobis Nagae como prefeito. A vitória foi histórica, pois era a primeira vez que o Partido dos Trabalhadores ganhava a chance de administrar uma cidade no estado do Rio.

Na eleição seguinte, em 1992, Luiz Sérgio foi eleito prefeito de Angra dos Reis na terceira geração de prefeitos petistas do Brasil. Em 1996, fez seu sucessor na Prefeitura da cidade.

No ano de 1998, foi eleito deputado federal pela primeira vez tendo conquistado mandatos sucessivos nos anos de 2002, 2006, 2010 e 2014.

Em 2007 foi escolhido líder da bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. Também foi apontado diversas vezes pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos parlamentares mais influentes e atuantes na Câmara dos Deputados.

Em janeiro de 2011 foi convidado pela presidenta Dilma Rousseff para assumir o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI-PR). Na SRI-PR, Luiz Sérgio coordenou a política do Governo, conduziu o relacionamento com os Partidos e o Congresso Nacional e atuou na interlocução com os Estados, Distrito Federal e os Municípios.

Teve papel importante na condução das votações que resultaram na aprovação da Lei do Reajuste do Salário Mínimo, que estabeleceu critérios claros e de longo prazo para o reajuste do salário com ganho real para os trabalhadores

Entre junho de 2011 e março de 2012, esteve à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura onde desenvolveu políticas públicas para o setor mantendo o compromisso com a sustentabilidade ambiental no uso dos recursos pesqueiros.

Entre essas políticas destacam-se a demarcação de parques aquícolas, a entrega de terminais pesqueiros e o investimentos no controle e monitoramento da pesca brasileira.

Luizianne de Oliveira Lins, cearense de Fortaleza, nasceu em 18 de novembro de 1968. Jornalista e professora universitária, é filha de mãe professora e pai militar. Cresceu na Capital, bairro da Maraponga, e possui três irmãos e um filho.

Deputada Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), eleita para a legislatura 2015/2019, foi prefeita de Fortaleza por duas gestões (2005/2012). Ocupa, desde 2015, a relatoria da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

Na Câmara, criou a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas Públicas de Juventude e é membro das comissões de Desenvolvimento Urbano, Turismo, Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Comissão de Turismo e Comissão de Cultura.

Pelo Partido dos Trabalhadores, foi vereadora de Fortaleza (1996/2002) e deputada estadual (2002/ 2004). Jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), é professora concursada do mesmo curso desde 1995, hoje licenciada.

Iniciou sua militância política nos corredores da UFC, no movimento estudantil. Foi presidente do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFC (1989/1990) e presidente do Diretório Central dos Estudantes da UFC (1991/1992). Em 1993, foi diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Filiada ao Partido dos Trabalhadores desde 1989, foi secretária estadual de Juventude (1992/1994), secretária estadual de Mulheres (1995/1997), presidente do PT Fortaleza (1999/2001) e presidente do Diretório Estadual (2010/2013).

Foi ainda servidora pública da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização de Fortaleza (1988/ 1998) e trabalhou como pesquisadora, supervisora e vice-coordenadora do Instituto de Pesquisas Datafolha. Foi conselheira fiscal do BNDES (2013/2014).

Marco Maia

Rio Grande do Sul

Marco Maia nasceu em 27 de dezembro de 1965. Natural de Canoas (RS), foi reeleito em 2014 para o seu quarto mandato parlamentar conquistando 133.639 votos.

Maia tem a profissão de metalúrgico e torneiro mecânico. A sua vida política iniciou na Pastoral da Igreja e durante 15 anos atuou no sindicalismo, foi dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas, da Confederação Nacional dos Metalúrgicos e da CUT. Possui experiência em negociações e relações trabalhistas internacionais.

O deputado federal também foi Secretário de Administração e Recursos Humanos do Governo do Estado do RS, no Governo Olívio Dutra, e Presidente da Trensurb, no Governo Lula.

No Legislativo Federal, Marco Maia foi titular das comissões de Trabalho e Administração Pública e de Relações Exteriores e Defesa Nacional, relator da CPI do Tráfego Aéreo e da CPMI da Petrobras, coordenador da Comissão da Estiagem no RS, Vice-Presidente da Câmara dos Deputados e o 4º gaúcho na história a ser eleito Presidente da Câmara dos Deputados.

Por ser o Presidente da Câmara, segundo posto na ordem de sucessão, Maia assumiu a Presidência da República, interinamente, por quatro vezes, sempre que a presidenta eleita Dilma e o então vice-presidente Michel Temer realizaram missões oficiais ao exterior.

Tem o perfil de hábil negociador e articulador, sempre disposto ao diálogo, firme na condução dos trabalhos na Câmara, obstinado na defesa dos direitos dos trabalhadores, fiel aos compromissos assumidos.

Foi reconhecido em 2014, pelo oitavo ano consecutivo, como um dos 100 Cabeças do Congresso Nacional, em pesquisa realizada pelo DIAP.

Marcon

Rio Grande do Sul

Dionilso Marcon, natural de Rondinha, norte do Rio Grande do Sul, é o único deputado gaúcho que mora num assentamento rural. Filho de pequeno agricultor, desde jovem se destacou na luta pelos trabalhadores do campo. Acampado por quatro anos e meio, foi assentado em 1994 no assentamento Capela, em Nova Santa Rita, onde reside atualmente.

Seu mandato é um espaço de representação dos trabalhadores do campo e da cidade, de luta, de transformação da sociedade e de resistência, sempre com base nos ideais construídos desde o primeiro mandato.

Iniciou sua trajetória política em 1987, na Pastoral da Juventude da Paróquia de Ronda Alta e integrou a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). Posteriormente, ampliando sua luta, foi integrante da direção estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Rio Grande do Sul. Também foi presidente da Cooperativa Central dos Assentamentos do RS (COCEARGS)

Em 1998, foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul e reeleito por mais dois mandatos. Enquanto deputado estadual, foi líder da bancada do PT. Presidiu, por duas vezes, a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, atuando na defesa dos direitos das minorias, da liberdade de organização dos trabalhadores e dos movimentos sociais.

Durante os 12 anos de atuação no parlamento gaúcho, foi voz ativa na denúncia contra o latifúndio e fomentou políticas em benefício das comunidades pobres. Nos seus três mandatos consecutivos, Marcon sempre esteve presente nas lutas dos trabalhadores do campo e da cidade.

Seu trabalho parlamentar é reconhecido pelos trabalhadores devido ao compromisso com as lutas sociais, pelo apoio ao movimento sindical, os movimentos negro e quilombola, dos aposentados e dos servidores públicos.

Em 2010, foi eleito deputado federal e apresentou mais de 20 projetos de lei. Estabeleceu o Orçamento Participativo nas Emendas Parlamentares do seu mandato. Foi reeleito em 2014 para mais um quadriênio na Câmara dos Deputados.

Seu mandato sempre lutou pela democratização do acesso à terra no Brasil e por uma ampla política de Reforma Agrária, associada à qualificação dos assentamentos. Com relação à reforma urbana, sempre esteve presente nas lutas, apoiando as reivindicações dos trabalhadores.

Marcon é muito atuante na agricultura familiar, trabalhando para ampliar recursos na produção, o custeio e o investimento nas pequenas propriedades rurais. Seu mandato também ajudou no fortalecimento da política de ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que atuou em parceria com o programa Fome Zero, entidades sociais e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Também apoiou a valorização dos servidores da segurança pública, defendendo salários dignos e melhores condições de trabalho para os profissionais da área.

Margarida Salomão

Minas Gerais

Mineira de Juiz de Fora, Margarida Salomão é professora universitária, graduada em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestre em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutora na mesma área pela University of California (EUA).

Atualmente, é deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais, no qual é filiada desde 2002. Reeleita em 2014, é a deputada majoritária de Juiz de Fora. Em 2010, quando tentou o primeiro pleito, também alcançou a maior votação na cidade. Assumiu seu primeiro mandato em 2013.

Na Câmara, é membro titular da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática, da Comissão Especial do Fator Previdenciário e do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Casa.

A parlamentar se dedica a temas nacionais como Reforma Política e Democratização dos Meios de Comunicação, além de questões ligadas à Educação, à Ciência e à Tecnologia. Também atua na representação da Zona da Mata mineira e Campo das Vertentes, focando no desenvolvimento econômico das regiões. Margarida sustenta uma aliança histórica com os movimentos populares e tem estabelecido uma forte articulação com lideranças comunitárias e sindicais.

Foi secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos de 1983 e 1988 e reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora por dois mandatos, de 1998 a 2006. Também foi dirigente nacional da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior.

Maria do Rosário

Rio Grande do Sul

Maria do Rosário Nunes nasceu em Veranópolis, cidade da região nordeste do Rio Grande do Sul. Pedagoga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Educação e Violência Infantil e doutoranda em Ciência Política pela mesma universidade.

Começou a militância no movimento estudantil secundarista, em Porto Alegre (RS), e foi como professora da rede pública municipal e estadual que obteve notoriedade no movimento sindical. Eleita vereadora da capital gaúcha por dois mandatos, Rosário presidiu as comissões de Educação e de Direitos Humanos e também foi líder do PT e do governo municipal na Câmara Municipal.

Filiada ao PT desde 1994, foi eleita deputada estadual em 1998 e presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 1998.

Em 2002, elegeu-se deputada federal, sendo reeleita em 2006, 2010 e 2014. Na Câmara Federal, foi relatora da CPI Mista que investigou as redes de exploração sexual de crianças e adolescentes e presidiu a Comissão de Educação e a Comissão Especial da Lei Nacional de Adoção. Também foi coordenadora da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Maria do Rosário coordenou ainda o programa de governo nas áreas de Direitos Humanos, Educação e Políticas para as Mulheres na primeira eleição presidencial de Dilma Rousseff (2010).

Em 2011, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sendo a primeira mulher a ocupar a pasta.

Como ministra de Direitos Humanos teve atuação de destaque na afirmação de direitos para todas as pessoas, trabalhando sempre com os temas Memória e Verdade, Pessoas com Deficiência, Idosos, Diversidade Religiosa, LGBT, Crianças e Adolescentes, Igualdade Racial, entre tantos outros. Nesse período integrou e presidiu diversos conselhos nacionais.

Advogado, fundador do Partido dos Trabalhadores, Nelson Pellegrino, dedicou mais de vinte anos de sua vida à defesa dos direitos humanos. Presidiu o PT da Bahia em 1992 e foi deputado estadual por dois mandatos.

Na Assembleia da Bahia, liderou a bancada petista, participou da CPI da Corrupção (que investigou a empreiteira OAS e suas ligações com a oligarquia comandada por ACM) e presidiu a Comissão de Direitos Humanos por sete anos (1992-1998).

Em 1999 assumiu o primeiro mandato de deputado federal e presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias em 2001.

Reeleito deputado federal em 2002, Pellegrino liderou o PT em 2003, quando a bancada petista encarou o desafio de comandar o governo federal e ser, pela primeira vez, a maior da Câmara, tendo ainda entre seus integrantes o presidente da Casa, João Paulo Cunha.

Novamente eleito deputado federal em 2006, em 2009, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia, a convite do governador Jacques Wagner (PT). Em sua primeira experiência administrativa, Pellegrino assumiu a pasta com a responsabilidade de combater o crime organizado e implementar uma nova concepção de segurança pública no estado.

Reeleito em 2010, Pelegrino presidiu a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) no ano de 2013.

Novamente eleito deputado federal em 2014, licenciou-se do mandato para assumir o cargo de Secretário de Turismo do Estado da Bahia, no governo Rui Costa (PT). No entanto, em 2016, ele retornou e reassumiu o mandato.

Nilto Tatto

São Paulo

Nilto Tatto nasceu em 1963, em Frederico Westphalen (RS). Migrou para São Paulo em 1978 e iniciou sua participação na igreja. Na década de 1980 começou a militância política nos movimentos populares de educação, saúde, moradia, cultura, meio ambiente e estudantil. Participou do esforço de criação do PT e da CUT.

É graduado em Estudos Sociais e possui especialização em Gestão de ONGs. Em 1983, ingressou no Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), assessorando organizações indígenas e outros povos da Amazônia. Em 1994 foi cofundador do Instituto Socioambiental, onde foi diretor executivo e coordenador de programas.

Coordenou projetos e pesquisa de recuperação de mananciais, manejo florestal, planejamento territorial, geração de trabalho e renda, agricultura familiar e desenvolvimento sustentável, reconhecimento de territórios de populações tradicionais.

Foi expositor/palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (América Central, África, EUA e Europa) sobre biodiversidade, Mata Atlântica, Amazônia, populações tradicionais (Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caiçaras), cooperativismo, agricultura familiar, agroecologia, produção de alimentos (roças tradicionais), movimento Slow Food, mudanças climáticas, água, reflorestamento, alternativas energéticas e mineração.

Coordenou o projeto de pesquisa e foi coautor das publicações “Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira” e “Inventário cultural de quilombos do Vale do Ribeira”.

Em 2010 recebeu da Câmara Municipal de São Paulo o Prêmio Dorothy Stang, categoria humanidade, pelo conjunto dos trabalhos coordenados no Vale do Ribeira.

Elegeu-se deputado federal em 2014, recebendo mais de 101 mil votos. Na Câmara Federal pretende acompanhar temas como reforma agrária; agricultura familiar; titulação de territórios tradicionais; democratização da comunicação e acesso universal à banda larga; mobilidade urbana com preferência para transporte público, pedestre, ciclistas e estradas vicinais; ampliação dos programas de moradia popular; implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos; políticas de fomento a cultura, esporte e lazer; promoção de uma economia de baixo carbono com inovação cientifica e tecnológica para o desenvolvimento sustentável e implementação da Política Nacional de Mudanças Climáticas e lutará por uma reforma política que abarque um novo modelo de financiamento das campanhas e partidos políticos e assegure a representação da diversidade de gênero e cultura do Brasil.

Padre João

Minas Gerais

O Deputado Padre João iniciou seu primeiro Mandato na Assembleia Legislativa em 2002, sendo eleito com 47.243 votos. Em 2006, foi reeleito deputado estadual com 53.175 votos.

Foi líder do Bloco PT/PCdoB/PMDB na Assembleia Legislativa, membro efetivo das Comissões de Administração Pública e de Constituição e Justiça.

O deputado Padre João foi, ainda, membro efetivo das Comissões Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento da Mineração e Preservação Ambiental (CIPE da Mineração); Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CIPE Rio Doce) e da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Foi vice-presidente do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais.

O deputado Padre João destacou-se na Assembleia Legislativa pelo trabalho voltado para o desenvolvimento regional sustentável, defesa da Agricultura Familiar, do acesso à terra, da geração de trabalho e renda, do meio ambiente e da segurança alimentar e nutricional.

É de sua autoria a Lei 15.456/2005, que determina incentivo do Estado para as microdestilarias de álcool e beneficiamento dos produtos derivados da cana-de-açúcar , e da Lei 15.012/2004, que assegura direitos às famílias atingidas pela construção de barragens hidrelétricas em Minas Gerais.

Em 2010 – conforme deliberação da X Assembleia Geral do Mandato, realizada em Ponte Nova em 2008 – Padre João concorreu ao cargo de deputado federal. Consagrou-se vitorioso com 111.651 votos, obtidos em 760 municípios mineiros.

Padre João foi presidente do Diretório Municipal do PT de Ouro Branco por dois mandatos. Nas eleições municipais de 2000, concorreu à prefeitura de Ouro Branco, quando o partido elegeu os primeiros vereadores do PT no município.

Padre João é natural de Urucânia e chegou em Ouro Branco em 1994, quando assumiu a assessoria da Pastoral Carcerária, da Pastoral da Saúde e da Pastoral da Criança e do Menor, da Região Oeste da Arquidiocese de Mariana. Desde 1995, quando foi ordenado, ficou responsável pela Paróquia São José Operário, desligando-se da Paróquia no início da campanha eleitoral em 2002.

Em 2001, recebeu o título de cidadão honorário de Ouro Branco. Também neste ano coordenou o 1º Fórum Social pela Vida da Arquidiocese de Mariana, realizado em Ouro Branco.

A história de Padre João junto à igreja mostra o seu envolvimento em causas sociais o que o tornou uma liderança política regional.

Atuou na formação dos Conselhos Municipal de Saúde, de Educação e da Criança e do Adolescente de Ouro Branco. Lutou ao lado das associações de bairro, contribuindo para a conquista de melhores moradias para os moradores do Bairro São Francisco.

Em parceria com Associação Comunitária São Francisco de Assis (Asfa), fundou a Horta Comunitária do bairro. Coordenou a construção do Sopão, alimentando centenas de crianças, gestantes e recém-nascidos, além de conseguir recursos permanentes para manutenção da Creche local.

Patrus Ananias

Minas Gerais

Patrus Ananias de Sousa é advogado, especialista em poder legislativo, mestre em direito processual, professor na faculdade mineira de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e pesquisador da escola do legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

De 1989 a 1992, exerceu o mandato de vereador em Belo Horizonte, onde foi relator da Lei Orgânica do Município.

Entre 1993 e 1996, foi prefeito de Belo Horizonte. Em 2002, elegeu-se deputado federal, exercendo o mandato em 2003.

Em 2004, durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, onde, dentre outros programas sociais, foi responsável pela implementação do Bolsa Família, permanecendo no cargo até março de 2010.

Em 2014 foi eleito deputado federal. Em janeiro de 2015 foi nomeado ministro do Desenvolvimento Agrário do governo Dilma Rousseff. Patrus foi exonerado do cargo após o golpe contra a presidenta eleita em maio de 2016, quando retornou à Câmara e reassumiu o mandato.

Paulo Pimenta

Rio Grande do Sul

Pimenta é jornalista e técnico agrícola formado pela UFSM. É o deputado federal mais votado do PT/RS na Câmara Federal, pela segunda vez consecutiva.

Pimenta iniciou sua trajetória no Movimento Estudantil, na luta pela redemocratização do País. Em 1985, Pimenta assumiu a presidência do DCE da UFSM, e no ano seguinte foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE/RS.

Foi eleito vereador em Santa Maria em 1988 e reeleito em 1992. Chegou à Assembleia Legislativa do RS em 1998. Vice-prefeito de Santa Maria de 2000 a 2002, Pimenta foi eleito deputado federal em sua primeira disputa para a Câmara e no mesmo ano em que os brasileiros elegeram Lula Presidente para dar início à transformação do Brasil em um país mais justo.

Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. No Governo da Presidenta Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013, foi Presidente da Comissão Mista de Orçamento, a mais importante do Congresso Nacional.

Na Câmara Federal, Pimenta foi também Presidente da CPI do Tráfico de Armas; relator da CPI da Violência Urbana no Brasil; Presidente da Comissão de Legislação Participativa; e coordenador da Bancada Gaúcha do Congresso Nacional.

Em pesquisa realizada no Congresso, Pimenta obteve nota máxima entre os parlamentares que melhor utilizam as redes sociais para prestar de contas do seu mandato à sociedade brasileira.

Iniciou em 2015 o seu quarto mandato na Câmara dos Deputados.

Pedro Uczai

Santa Catarina

O deputado federal Pedro Uczai (PT-SC) inicia em 2015 o segundo mandato na Câmara Federal. Natural de Descanso, no oeste catarinense, Pedro Uczai é professor universitário há mais de 20 anos. Graduado em Estudos Sociais, Filosofia e Teologia, possui mestrado em História do Brasil, doutorado inconcluso em História Social e tem onze livros publicados. A educação, desde a primeira infância até o ensino superior, é uma das suas grandes paixões.

Sua trajetória política emerge da luta dos movimentos sociais e das pastorais, incentivada pelo Mestre e Aprendiz do Povo, Bispo Dom José Gomes. Em 1993, Uczai é conduzido à presidência do PT de Chapecó para um mandato de dois anos. Logo após, em sua primeira experiência eleitoral a um cargo público, em 1994, recebeu 10.377 votos para deputado estadual, tornando-se deputado estadual nos anos de 1997 e 1998.

Neste período, assumiu a vice-liderança do PT na Assembléia Legislativa (1997) e a também a liderança da bancada (1998) A atuação parlamentar neste período assegurou-lhe o reconhecimento dos catarinenses. Em 1998, com 22.083 votos, Uczai foi eleito para o seu segundo mandato na Assembleia Legislativa, onde assumiu a 2º vice-presidência da Mesa Diretora no período 1999/2000.

Em 2000, foi eleito vice-prefeito de Chapecó e posteriormente assumiu a prefeitura de Chapecó entre 2002 e 2004. Depois de deixar a prefeitura, entre 2005 e 2007, Uczai elegeu-se presidente do PT Estadual, numa gestão marcada pela criação da Escola de Formação Política do PT de Santa Catarina – a primeira do partido no País.

Em 2006, Pedro Uczai, foi eleito para seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa Catarinense com 33.129 votos. Neste período destacou-se por sua capacidade de debater grandes temas, sua postura ética e coerente com uma atuação diferenciada na ALESC.

Estadualizou sua atuação política e foi eleito Deputado Federal em 2010 com 14.985 votos.

Nos primeiros quatro anos no Congresso Nacional pautou sua atuação parlamentar em sete grandes eixos: Educação, Ferrovias, Agricultura Familiar, Energias Renováveis, Fortalecimento dos Movimentos Sociais e Populares, Defesa do Governo Dilma e o Fortalecimento dos Municípios Catarinenses.

Um período marcado por lutas e conquistas que fizeram de Pedro Uczai o deputado federal mais votado do Partido dos Trabalhadores em Santa Catarina nas eleições de 2014 com 135.439 votos.

Trajetória
1993-1994 – Presidente do PT Chapecó
1995-1997 – Pró-reitor de pesquisa, extensão e pós-graduação da Unoesc Chapecó
1997-1999 – Deputado Estadual
1997 – Vice-líder do PT na Assembléia Legislativa
1998 – Líder do PT na Assembléia Legislativa
1999-2000 – Deputado Estadual (2º vice-presidente da Assembléia Legislativa)
2001-2002 – Vice-prefeito de Chapecó
2002-2004 – Prefeito de Chapecó
2005-2007 – Presidente do PT estadual
2007-2011 – Deputado estadual
2008–2010 – Presidente do PT Chapecó
2008 – Líder do PT na Assembléia Legislativa
2009-2010 – Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto ALESC
2011-2014 – Deputado Federal SC
2011 – Coordenador da Frente Parlamentar Mista das Ferrovias do Congresso Nacional
2013 – Coordenador da Frente Parlamentar Mista das Pequenas Centrais Hidrelétricas e Microgeração do Congresso Nacional
2015-2018 – Deputado Federal SC

Pepe Vargas

Rio Grande do Sul

Pepe Vargas nasceu em Nova Petrópolis (RS), em 29 de outubro de 1958. Aos seis anos, sua família mudou para Caxias do Sul, município onde reside e iniciou sua militância política. É casado com Ana Maria Corso e pai de Isadora e Gabriela.

Iniciou sua militância política em 1974, aos 16 anos, apoiando as candidaturas do MDB, à frente da oposição legalizada contra a ditadura militar.

Em 1979 entrou para o curso de medicina na Universidade de Caxias do Sul. Durante a faculdade participou da campanha para a reconstrução da União Nacional de Estudantes (UNE) e da União Estadual de Estudantes (UEE). Foi presidente da Associação da turma de medicina e do Diretório Acadêmico dos Estudantes do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade de Caxias do Sul. Foi diretor da União Estadual de Estudantes do RS de 1982 a1984.

Pepe se filiou ao PT em 1981, tendo assumido a Secretaria Geral do Diretório Municipal de Caxias do Sul em 1983 e presidido o diretório municipal em duas ocasiões, 1987 e 2005.

Como médico, Pepe foi diretor clínico do Hospital Beneficente Nossa Senhora do Caravaggio, no município de Jaquirana (RS), onde atuou também na Pastoral Rural. Foi médico dos sindicatos dos Metalúrgicos, de Caxias do Sul, dos Têxteis, de Farroupilha e dos Trabalhadores do Polo Petroquímico do RS.

Em 1989 foi o primeiro vereador do PT eleito em Caxias do Sul. Em 1994 foi eleito deputado estadual. Presidiu a Comissão de Saúde e Meio ambiente do Legislativo gaúcho.

Em 1996 foi eleito prefeito de Caxias do Sul e reeleito em 2000. Na sua gestão, o município de Caxias do Sul passou a ser o melhor município em qualidade de vida do RS, segundo o Índice de Desenvolvimento Socieconômico (IDESE), da Fundação Estadual de Economia e Estatística.

Ainda recebeu diversos prêmios, entre eles a de “Melhores Práticas em Gestão Local”, da Caixa Econômica Federal e a de “Prefeito Amigo da Criança”, da Fundação Abrinq.

Em 2006 foi eleito deputado federal, sendo reeleito em 2010 e 2014. Presidiu a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Desde o seu primeiro mandato, passou a integrar a lista dos 100 Cabeças do Congresso Nacional, organizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

Assumiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a convite da Presidente da República, Dilma Rousseff, em março de 2012, permanecendo até março de 2014, quando saiu para concorrer à reeleição.

Foi anunciado para assumir o comando da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI), em 29 de dezembro de 2014. Tomou posse como ministro da SRI em 1º de janeiro de 2015.

Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes, nascido no dia 2 de abril de 1973, em Bom Sucesso, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais é o quarto em uma família de sete irmãos.

Economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Microempresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atualmente Reginaldo Lopes exerce o cargo de deputado federal pelo quarto mandato consecutivo. Foi reeleito em 2014 com mais de 310 mil votos, a maior votação de federal em Minas Gerais e a maior do PT em todo o país.

Presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Na Câmara, liderou importantes iniciativas, sendo autor e presidente de inovadoras comissões parlamentares: Políticas Públicas para a Juventude, Enfrentamento ao Crack e outras drogas e Reforma do Ensino Médio. Foi relator do Novo Fies.

É autor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma, que representa uma das maiores conquistas do país na luta contra a corrupção, e da Lei do Preço Mínimo do Leite, fundamental para a melhoria da vida no campo.

Nesta legislatura (2015-2019), Reginaldo Lopes pretende dedicar atenção especial aos idosos e avançar nas Políticas de planejamento para o envelhecimento populacional do Brasil.

Lutar pelo fim do extermínio da população jovem negra e pobre, e trabalhar pelo avanço do Brasil no rumo de uma nova sociedade do conhecimento, baseada na inovação tecnológica.

O deputado Robinson Almeida (PT-BA) assumiu mandato na Câmara no dia 25/1/2017. Ele afirmou que a prioridade na sua atuação parlamentar como deputado federal é a defesa da Bahia, do povo brasileiro e do restabelecimento da democracia no país.

Robinson assumiu o mandato parlamentar em decorrência da nomeação do deputado federal Fernando Torres (PSD) para a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDUR), na reforma administrativa feita pelo governador Rui Costa.

O novo parlamentar disse fará forte oposição à reforma da Previdência. A democratização da comunicação, a defesa do esporte como fator de inclusão social, o fortalecimento da agricultura familiar e a agenda de direitos, da segurança pública, são outras bandeiras com as quais Robson Almeida está comprometido.

Ex-Secretário Estadual de Comunicação da gestão Jaques Wagner, Robinson Almeida exerceu o cargo de Chefe de Gabinete da Secretaria-Geral da Presidência da República e também no Ministério do Trabalho e Previdência Social, a convite do então ministro Miguel Rosseto. Voltou à Bahia após o golpe do impeachment contra Dilma Rousseff.

Quinto dos oito filhos de Ataíde Vaz Almeida e Nair Santos Almeida, Robinson Almeida nasceu em Jequié, em 16 de março de 1965 e passou boa parte da infância e da adolescência no município de Santo Antônio de Jesus, cidade que também se considera filho. No início da década de 1980, foi estudar na capital baiana.

Iniciou na militância política ainda durante o movimento estudantil da Escola Técnica Federal da Bahia, período em que formou-se no curso de Eletrotécnica e, posteriormente, em Engenharia Elétrica na Universidade Federal da Bahia (UFBa).

Portando ideais de justiça social, nos idos dos anos 80, ingressou no Partido dos Trabalhadores e foi um dos seus principais organizadores no estado. Sempre direcionou sua trajetória pessoal e práticas profissionais a partir de um compromisso com um projeto de transformações para Bahia e para o Brasil. A partir da década de 90, atuou como dirigente estadual e nacional do PT, exercendo funções na área de Comunicação. Foi assessor parlamentar nas Câmaras de Vereadores de Salvador e dos Deputados, em Brasília, ao lado do Senador Walter Pinheiro.

Em 2007, deixou os bastidores da política e, à convite do governador da Bahia, Jaques Wagner, chefiou a então Assessoria Geral de Comunicação do Estado (Agecom), que deu origem à atual Secretaria de Comunicação (Secom), a qual esteve à frente até o dia 4 de abril de 2014.

 

Rubens Otoni

Goiás

Rubens Otoni tem sua trajetória política ligada aos movimentos sociais, na luta por democracia e justiça social.

Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores e foi membro da sua primeira Comissão Executiva Nacional. Em Goiás, presidiu o PT em quatro ocasiões.

Exerceu dois mandatos de deputado estadual (1992-1994 e 1999-2002) que lhe deram amplo destaque pelos mecanismos de participação popular presentes no seu trabalho.

Na Câmara Federal, ele iniciou, em 2015, seu quarto mandato expressando o respeito e a credibilidade do povo goiano no seu trabalho parlamentar.

Na Câmara Federal, além de contribuir com a elaboração de políticas estratégicas do Governo Federal como o Biodiesel, o ProUni, o SAMU e os institutos de ensino profissionalizante, Rubens Otoni tem se dedicado ao debate da Reforma Política como forma de aperfeiçoar o sistema político e eleitoral do nosso Pais.

Ságuas Moraes

Mato Grosso

O médico Ságuas Moraes Sousa nasceu em Mineiros (GO). Graduou-se pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1988. Iniciou sua militância política no movimento estudantil, sendo presidente do Centro Acadêmico de Medicina.

No ano de 1989 prestou serviço militar, como 2º Tenente Médico no 5º BEC em Porto Velho (RO).

Nos anos de 1990 e 1991 fez especialização em Pediatria no Hospital Asa Sul de Brasília-DF, sendo na ocasião vice-presidente da Associação Brasiliense dos Médicos Residentes.

Mudou-se para o município de Juína (MT) em 1992, onde atuou como médico pediatra no Hospital Municipal e na iniciativa privada.

Em 1996, foi eleito prefeito de Juína pelo Partido dos Trabalhadores, recebendo vários títulos de destaque pela sua atuação nas áreas sociais. Foi reeleito prefeito no ano de 2000. Recebeu o Prêmio Prefeito Empreendedor Governador Mário Covas, concedido pelo SEBRAE em 2001.

Afastou-se do mandato em abril de 2002 para concorrer e vencer a eleição de deputado estadual. Em 2006 foi reeleito deputado estadual.

Em maio de 2007 assumiu a Secretaria de Estado de Educação, onde permaneceu até março de 2010, quando se desincompatibilizou para disputar e vencer a eleição de deputado federal com 88.654 votos, sendo o quinto mais votado.

Ságuas assumiu novamente a Secretaria de Estado de Educação em 03 de novembro de 2011, permanecendo até 07 de outubro de 2013, quando reassumiu o mandato de deputado federal.

Nas eleições de 2014 foi reeleito com 97.858 votos para um segundo mandato na Câmara Federal, sendo o quarto mais votado no Estado de Mato Grosso.

No segundo mandato, Ságuas quer continuar trabalhando pela melhoria da Educação Pública. Para isso apresentou o PLP 413/2014, que prevê a regulamentação do Plano Nacional de Educação, bem como a instituição do Sistema Nacional de Educação. O deputado pretende atuar nas diversas áreas de promoção e melhoria da qualidade de vida do povo matogrossense e brasileiro.

No seu primeiro mandato como deputado federal, de 2011 a 2014, Valmir Assunção foi parceiro da presidenta Dilma Rousseff nos principais desafios e projetos no Congresso, como na luta pela implantação do programa Mais Médicos, que beneficiou mais de 50 milhões de brasileiros, mas começou a ser desmontado pelo governo golpista de Michel Temer após o golpe.

A criação das novas universidades na Bahia – a Universidade Federal do Sul da Bahia e a Universidade do Oeste da Bahia – também teve papel destacado de Valmir, atuando para que as unidades contemplassem o maior número possível de municípios e jovens baianos.

Sempre ligado às questões que envolvem a reforma agrária, Valmir foi um dos protagonistas da aprovação da Medida Provisória 636/2013, que se tornou a lei 13.001/2014 e possibilitou que cerca de um milhão de agricultores tivessem acesso à renegociação e à remissão de dívidas.

Valmir apresentou o PL 2730/2011, que aperfeiçoava as relações conveniais entre a administração pública e as ONGs. O projeto é resultado das discussões da bancada do PT e aliados e contribuiu para o grupo de trabalho do Governo Federal, montado para discutir um marco regulatório de mesma finalidade. Todo esse esforço resultou na aprovação do PL 7168/2014, que trata deste tema.

No enfrentamento à violência contra as mulheres, Valmir propôs o projeto de lei 7614/2014, que proíbe o acesso ao serviço público àqueles que praticarem crime de violência doméstica e familiar contra a mulher e veda a participação em licitações e na prestação de serviços públicos.

Outros projetos de lei de Valmir Assunção:

PL – 2857/2011 – Inscrição do nome de Carlos Marighela no livro dos heróis da nação.
PL – 1814/2011 – Estabilidade de vinculo dos dirigentes estudantis. Nenhuma universidade poderá expulsar um dirigente estudantil no cumprimento de sua função.
PL – 2577/2011 – Proibição da cobrança de assinatura básica do serviço de telefonia fixa

Valmir Prascidelli

São Paulo

Valmir Prascidelli é deputado federal pelo PT-SP, eleito para a 55ª legislatura (2015/2019) com 84.419 votos.

Bacharel em Direito, faz parte de uma nova geração de lideranças do PT. Eleito em 2012 vice-prefeito de Osasco (SP), a 4ª cidade com maior PIB (Produto Interno Bruto) do estado e a 11ª do País, ocupou o cargo até sua posse como deputado federal.

Foi vereador em Osasco (2009/2012), onde foi líder do governo, presidente da comissão de economia e finanças e membro da comissão de constituição e justiça. Foi secretário de esportes em Osasco (2007/2008) e de habitação no município de Embu das Artes (2001/2002). Também foi Presidente da CEAGESP – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (2003/2005), a maior central de abastecimento do Brasil.

Iniciou sua participação política na juventude, através de grupo de jovens da igreja católica, depois, teve intensa militância como estudante e metalúrgico, nos movimentos popular e sindical, além de ter participado das fundações do PT e da CUT.

Foi candidato a presidente do sindicato dos metalúrgicos de Osasco pela chapa da CUT na eleição do sindicato em 1989 e ainda foi da direção estadual da CUT-SP e da coordenação do departamento dos metalúrgicos da CUT (1986/1988). No PT, foi presidente do Diretório municipal de Osasco (1995/1999) e Coordenador da Macrorregião Osasco (1999/2002).

Vander Loubet

Mato Grosso do Sul

Vander Luiz dos Santos Loubet nasceu em Porto Murtinho, em 22 de janeiro de 1964. Mudou-se para Campo Grande em 1981, ainda adolescente, para estudar e batalhar por uma vida melhor.

Os primeiros passos na política começaram no movimento estudantil secundarista (no Colégio Mace) e universitário (na Fucmat, atual UCDB). Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Mato Grosso do Sul, em 1982.

Como funcionário do banco Banorte, ingressou no Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, onde defendeu os direitos dos trabalhadores do setor bancário.

Em 1995, foi eleito foi presidente do Diretório Municipal do PT da Capital.

Entre 1999 e 2002, foi secretário estadual de Governo e secretário estadual de Infraestrutura, Obras e Habitação, período no qual participou efetivamente na elaboração e na execução dos programas, obras e ações que modernizaram e transformaram Mato Grosso do Sul e seus municípios.

Em 2001, foi eleito presidente do Diretório Regional do PT do estado.

Em 2002, disputou sua primeira eleição, sendo eleito deputado federal com 101 mil, o mais votado da história de Mato Grosso do Sul até então. Em 2006, foi reeleito com 118 mil votos, outro recorde. Em 2010, consolidou sua aprovação junto aos eleitores e foi reeleito com pouco mais de 116 mil votos.

Em 2014, foi reeleito pela população de MS para cumprir seu quarto mandato como deputado federal.

Vicente Cândido

São Paulo

Vicente Cândido nasceu em Vargem Alegre (MG), antigo distrito de Caratinga e atualmente município. É casado com a procuradora federal Maria Amália e tem dois filhos: Taynã e Caynã Candido.

Desde a década de 70 vivendo na cidade de São Paulo, graduou-se em Direito pela FMU, especializando-se em Direito Tributário. Possui pós-graduação em Direito Empresarial pela PUCSP e cursa pós-graduação em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Além de pequeno empresário do setor de panificação, Vicente é sócio no escritório de advocacia Marco Polo Del Nero & Vicente Cândido – Advogados Associados.

Militante do PT há 34 anos, o advogado Vicente Cândido da Silva possui uma longa história dedicada às lutas sociais. Foi presidente do PT do diretório municipal de São Paulo, administrador regional na gestão da ex‐prefeita Luiza Erundina (1989-1993) e, no Legislativo, exerceu os cargos de vereador da cidade de São Paulo e deputado estadual, destacando-se com projetos nas áreas de cultura, esporte e igualdade racial.

Reeleito vereador em 2000, elegeu-se deputado estadual em 2002, sendo reeleito em 2006. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, presidiu a Comissão de Administração Pública, a Comissão de Esporte e Turismo e a Frente Parlamentar de Promoção da Igualdade Racial. Coordenou a Frente Parlamentar em Defesa da Micro e Pequena Empresa e integrou a Frente Parlamentar de Solidariedade a Cuba.

Eleito deputado federal em 2010, atuou na legislatura 2011-2015 em sintonia com o pacto de desenvolvimento social e econômico implantados pelos governos Dilma e Lula. Ao assumir o seu primeiro mandato no Congresso, apresentou propostas visando o acesso à cultura, ao esporte e uma política de desenvolvimento com justiça social e tributária para trabalhadores e microempreendedores.

Entre as suas principais bandeiras e temas de atuação, destacam-se: Lei Geral da Copa, Novo Código Comercial, Imposto Justo, Proforte, Programa que reestrutura o esporte, Lei da Meia-Entrada, Isenção de Pis/Cofins para cooperativas culturais e o Plano Nacional de Educação (PNE).

Presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), a mais importante da Câmara dos Deputados, e integrou também as comissões de Turismo e de Esporte, além de trabalhar pela construção de uma Reforma Política.

Nas eleições de 2014 foi reeleito deputado federal com 117.652 votos.

Vicentinho

São Paulo

O sonho de viver numa sociedade melhor e fazer valer os direitos dos trabalhadores fez de um simples trabalhador sindicalizado lutar, acreditar e vencer as dificuldades do dia-a-dia. Foi assim que Vicentinho iniciou a sua carreira sindical na região do Grande ABC paulista.

Vicentinho filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema em 1977 e a partir desta data não se desviou, um segundo sequer, do objetivo de ver a classe trabalhadora vencer todos os obstáculos. Após a sua participação nas grandes greves foi eleito, em 1981, vice-presidente do então Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema.

Como dirigente, participou de decisões históricas nas conquistas das Comissões de Fábricas e na mudança do caráter das CIPAS (Comissão Interna de Acidentes de Trabalho). Em 1983, dirigiu com outros companheiros, a greve geral e de solidariedade aos petroleiros (primeira greve geral após o golpe de 1964).

No mesmo ano foi cassado pela ditadura militar e o sindicato sofreu intervenção federal. Participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), sendo eleito Presidente da primeira CUT Regional no Brasil, a CUT ABC. No ano seguinte participou como dirigente da retomada do Sindicato e foi reeleito primeiro secretário.

Em 1987, foi eleito Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, com 87% dos votos e reeleito em 1990 com 92% dos votos. Em 1992, coordenou, ao lado da bancada de trabalhadores, o mais importante acordo do setor automotivo, chamado de “Câmara Setorial”.

Em 1993, coordenou a fundação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (foi eleito seu primeiro presidente com 95% dos votos) com uma nova proposta de idéias, uma nova era, sob o lema “Sindicato Cidadão”. Construir o diálogo com o capital sem abrir mão de princípios, mantendo relações constantes com a sociedade. Um ano após, em 1994, foi eleito Presidente da CUT Nacional.

Em 1997, foi reeleito presidente da CUT Nacional, terminando seu mandato em julho do ano 2000. Foi presidente-fundador do Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial (INSPIR), composto por três centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical e CGT), pela Central Norte Americana (AFL – CIO) e pela ORIT (Organização Regional Interamericana dos Trabalhadores). Em 1998, foi eleito suplente do Senador Eduardo Suplicy.

Como dirigente e líder sindical, foi um dos fundadores do PT. Eleito deputado federal em 2002, com 254.221 votos, e reeleito em 2006, com 97.477 votos. Em 2010 obteve 141.068 e, em 2014, foi reeleito para o quarto mandato com 89.001 votos.

Vicentinho foi eleito pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), por cinco anos consecutivos, um dos 100 parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional. Na Câmara, já presidiu a Comissão da Reforma Trabalhista; a Comissão da Redução da Jornada de Trabalho e Comissão sobre a Crise – Geração de Empregos e Serviços, além de sempre atuar na Comissão Permanente do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Integrou da CPI do Trabalho Escravo e foi membro da Câmara de Negociação de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi presidente da Frente Parlamentar Pró-Guardas Municipais, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Igualdade Racial e dos Quilombos e coordenador da Frente Parlamentar Pela Saúde e Segurança no Trabalho.

Em 2014 foi eleito, por unanimidade, Líder da PT. Tornou-se o único líder partidário negro no parlamento brasileiro.

Wadih Damous

Rio de Janeiro

Wadih Damous é advogado no Rio de Janeiro há 34 anos. Foi presidente da OAB-RJ por dois mandatos, presidiu a Comissão da Verdade do Rio e a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB.

Graduou-se pela Faculdade de Direito da Uerj e tem mestrado em Direito Constitucional e do Estado pela PUC-Rio. Foi presidente do Diretório Central da UERJ e do Centro Acadêmico Luis Carpenter, da Faculdade de Direito da UERJ. Como advogado, trabalhou nos sindicatos dos Metalúrgicos e dos Ferroviários.

É autor do livro “Medidas Provisórias no Brasil: origem, evolução e novo regime constitucional”, em parceria com o atual governador do Maranhão, Flávio Dino.

Foi presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UERJ e, como advogado, atuou e defendeu os trabalhadores, especialmente à frente dos sindicatos dos Metalúrgicos e dos Ferroviários.

Antes da OAB-RJ, também foi presidente do Sindicato dos Advogados do Rio de Janeiro em duas gestões, entre 2002-2006.

Em 2010, foi protagonista da Campanha pela Memória e pela Verdade, com foco na abertura dos arquivos da repressão. Ainda em sua gestão, criou a Comissão da Verdade da OAB, que reuniu elementos sobre o papel da Justiça Militar na ditadura.

Defende, no cotidiano, a urgência de reformas estruturais no sistema político e judicial e a a democratização da mídia e dos meios de comunicações. Além disso, Wadih é um defensor dos direitos humanos, com atuação destacada no enfrentamento a quaisquer formas de opressão, em especial, as praticadas contra as mulheres e os jovens, em sua maioria negros e pobres que ousam protestar.

Waldenor Pereira é natural de Caculé (BA), região centro sul da Bahia. É economista e professor licenciado da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com pós-graduação em Programação e Orçamento Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também possui Diploma de Estudos Avançados em Gestão Pública pela Universidade Complutense de Madrid, Espanha.

Foi reitor da UESB por dois mandatos e presidiu o Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia. Militou no movimento estudantil, sendo diretor do Grêmio Estudantil da Escola Normal (IEED) e do Centro dos Estudantes Universitários e Secundaristas de Vitória da Conquista (CEUSC). Nesta cidade, presidiu a Comissão Diocesana de Justiça e Paz e teve participação decisiva na fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (ADUSB) e do PT.

Waldenor Pereira foi eleito deputado estadual no ano de 2002 e reeleito em 2006. Na Assembleia Legislativa, foi líder do governo Jaques Wagner entre 2007 e 2010.

Elegeu-se para o primeiro mandato de deputado federal em 2010 e atuou com foco nas áreas de Educação, Agricultura Familiar, Orçamento e Desenvolvimento Regional. Atuou como titular na Comissão Especial de Reforma Política, presidente da Comissão especial da Lei de Responsabilidade Educacional, vice-líder do PT e coordenador do Núcleo de Educação do partido no Congresso Nacional.

Graças à experiência e ao prestígio acumulado ao longo de sua vida pública, Waldenor Pereira foi duas vezes titular da Comissão Mista de Orçamento da União (CMO), sendo relator setorial da área temática de Educação para o Orçamento de 2013 e da área temática de Infraestrutura para o orçamento de 2015.

Zé Carlos

Maranhão

Formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Estadual do Maranhão. Iniciou sua carreira profissional na Stela Engenharia em 1978, passando ainda pela Companhia de Habitação do Estado do Maranhão no período de 1979 a 1982.

Logo depois, iniciou sua carreira na Caixa Econômica Federal (CEF). Em 1983, era chefe do Setor de Fiscalização de Obras, e, em 1995, ocupou o cargo de Gerente de Mercado no Escritório de Negócios em São Luís. Em 2000, assumiu a Superintendência Regional da CEF no Maranhão. Deixou a superintendência em 2011, quando foi eleito deputado estadual.

Em 2014, concorreu à uma vaga de deputado federal, elegendo-se com 90.531 votos, único deputado federal eleito pelo Partido dos Trabalhadores representando o Estado Maranhão.

Na Câmara dos Deputados, a atuação do deputado Zé Carlos prioriza defender, no plano nacional, importantes projetos que visam contribuir para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro e principalmente do Maranhão. O parlamentar faz parte de diversos grupos de trabalhos e comissões, em busca do desenvolvimento e aprovação de leis que possam mudar positivamente a vida dos brasileiros.

Ele é suplente na Comissão da Agricultura Pecuária e Abastecimento e é titular na Comissão da Educação. Zé Carlos também é membro do Núcleo Agrário do PT na Câmara, grupo de parlamentares petistas voltado exclusivamente a temas diretamente relacionados ao campo e à agricultura.

Zé Geraldo

Pará

Eleito em 2014 para o seu quarto mandato na Câmara dos Deputados, o agricultor José Geraldo Torres da Silva – Zé Geraldo- natural de Colatina, no Espírito Santo, traz na bagagem uma história de mais de 30 anos de militância nos movimentos socais e no PT e forte atuação parlamentar que começou em 1994, quando foi eleito deputado estadual para a Assembleia Legislativa do estado do Pará.

Como deputado Federal, em três mandatos consecutivos 2003-2014, Zé Geraldo participa da articulação da execução de políticas públicas em todas as áreas, principalmente: da Previdência (agencias do INSS); Infraestrutura (estradas, Luz para Todos); educação (expansão do ensino técnico e superior com a criação de novos polos da UFPA, novos campi do IFPA e a criação da UFOPA e UNIFESSP); Desenvolvimento Rural Sustentável (apoio para a produção familiar, renegociação das dívidas de famílias da agricultura familiar, regularização fundiária); luta pela emancipação de novos municípios, dentre tanto outros benefícios para a população do estado do Pará.

Na Câmara dos Deputados, Zé Geraldo apresentou mais de 420 proposições, dentre elas vários projetos de leis, além de ter atuado na Comissão da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Comissão de Ética e Decoro Parlamentar.

O parlamentar pretende, na Câmara dos Deputados, empenhar todo o seu esforço para garantir a grande agenda de mudanças relacionada à Reforma Política, à Democratização dos Meios de Comunicação, à Política Nacional de Participação Social; à agenda reivindicatória dos trabalhadores como o fim do fator previdenciário e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução dos salários; o compromisso com as reformas estruturais, com destaque para a reforma política, as reformas agrária e urbana e a desmilitarização das Polícias Militares; a melhora nos serviços públicos; maiores recursos para a cultura; proteção dos direitos humanos; a total soberania sobre as riquezas nacionais, entre as quais o Pré-Sal, e controle democrático e republicano sobre as instituições que administram a economia brasileira, entre as quais o Banco Central, a quem compete entre outras missões combater a especulação; dentre outros pontos importantíssimos.

Zeca Dirceu

Paraná

Zeca Dirceu nasceu em Umuarama, Paraná. É filho de Clara Becker e do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Graduou-se em Ciências da Computação pela Universidade Paranaense (Unipar) em 2002. Desde criança, sempre acompanhou o pai nas reuniões do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, quando passou a conviver com a política.

Foi Secretário de Indústria e Comércio de Cruzeiro do Oeste (PR) em 2001 e, entre 2003 e 2004, coordenou regionalmente as ações da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná (SETP).

Elegeu-se prefeito de Cruzeiro do Oeste em 2004 com 72% dos votos e foi reeleito quatro anos depois com apoio de 70% do eleitorado.

Tornou-se vice-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) em 2009, quando passou a defender e articular as bandeiras municipalistas em Brasília.

Como prefeito de Cruzeiro do Oeste já foi premiado diversas vezes, entre eles o Prêmio Amigo da Criança pela Fundação ABRINQ em 2005 – 2006, Prêmio Nacional Terra Fértil da Emater em 2008, Prêmio Paraná Sorridente do Ministério da Saúde e Prefeito Empreendedor do Sebrae, ambos em 2009.

Em 2010 deixou a prefeitura de Cruzeiro do Oeste para concorrer a uma vaga de deputado federal, quando foi eleito com quase 110 mil votos, sendo o segundo deputado mais votado do PT no Paraná. É Coordenador na Frente Parlamentar em defesa da Indústria Têxtil e na de Frente Parlamentar em defesa da Indústria Brasileira de Bebidas. Ocupa o cargo de vice-líder do PT na Câmara dos Deputados, posição que já ocupou por três vezes na casa.

Em sua trajetória como parlamentar Zeca Dirceu foi condecorado diversas vezes por levantar a bandeira municipalista em seu primeiro mandato, recebendo títulos de cidadão honorário em várias cidades do seu estado. Como parlamentar foi eleito o deputado federal mais atuante no “Melhores do Ano” realizado pela VS Pesquisas e Promoções em 2013, e Premiado como Sócio Emérito da Associação Brasileira dos Municípios pelos resultados alcançados no Paraná em 2014.

Agora inicia o segundo mandato como deputado federal após receber mais de 155 mil votos, tornando-se o candidato mais votado do Partido dos Trabalhadores no Paraná, ocupando a oitava posição no ranking de deputados eleitos na unidade federativa, e sendo o sétimo dos parlamentares eleitos a nível nacional em 2014.

Atualmente o deputado Zeca Dirceu defende não só a causa municipalista, mas também é engajado nas questões de saúde e educação do Paraná, bem como apoia a reforma política, a democratização dos meios de comunicação e a valorização da juventude no meio político.

Zeca do PT

Mato Grosso do Sul

Nascido em Porto Murtinho (MS), Zeca do PT iniciou sua trajetória política como bancário, na década de 1980. Logo se integrou ao movimento nacional que resultou na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT). Na mesma época, engajou-se na luta sindical e participou da criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Em 1983, casou-se com a Gilda Maria. Da união nasceram três filhas: Thiara, Janice e Thaísa. No ano de 1984, Zeca participou ativamente do “Movimento Diretas Já”, que mobilizou o País pela eleição direta para presidente da República.

Em 1990, Zeca se tornou o primeiro deputado estadual do PT eleito em Mato Grosso do Sul, inaugurando uma forte relação com os movimentos sociais na luta pela defesa dos servidores públicos, dos trabalhadores sem terra e dos povos indígenas. Foi reeleito em 1994. Em 1996, disputou pela segunda vez a prefeitura da capital, em uma disputa histórica, marcada por denúncias de compra votos e fraudes. Foi vencido no segundo turno por apenas 411 votos.

O PT não venceu aquela eleição pela prefeitura em 1996, mas a resposta veio nas urnas dois anos depois. Em 1998 Zeca se elegeu governador de Mato Grosso do Sul e foi reeleito em 2002. No governo, implantou uma série de programas e projetos que transformaram MS como o Fundo de Investimento Social, que permitiu que o governo criasse os programas sociais Bolsa Escola, Segurança Alimentar, o Fundo de Investimento do Esporte e o Fundo de Investimento Cultural, que transformaram o Mato Grosso do Sul junto com as ações na área da habitação, saúde e educação.

Após alguns anos longe da vida pública, aposentado como bancário, Zeca foi eleito em 2012 o vereador mais votado de Campo Grande. Considerado um dos vereadores mais atuantes da Capital, Zeca se candidatou ao cargo de deputado federal em 2014 para restaurar a presença dos movimentos sociais do estado na Câmara. Foi eleito com uma votação história, onde recebeu a confiança de 160.556 eleitores, 12,57% dos votos válidos, a 3ª maior votação percentual do País para deputado federal em 2014.