Governos e entidades internacionais de esquerda repudiam golpe no Brasil

Equador, Cuba, Venezuela, Uruguai, Bolívia e o partido Podemos, da Espanha, enviaram mensagens de solidariedade à presidenta Dilma Rousseff

Lula Marques/Agência PT

Manifestantes contra o impeachment em frente ao palácia da Alvorada

O golpe parlamentar contra a presidenta Dilma Rousseff, consumado nesta quarta-feira (31), está sendo veemente rejeitado por partidos e governos de esquerda em todo o mundo. A Secretaria de Relações Internacionais está recebendo mensagens de apoio de diversas entidades. Veja abaixo:

Cuba

O Governo Revolucionário da República de Cuba se posicionou rejeitando o golpe de estado parlamentar e reforça que “não foi apresentada nenhuma evidência de delitos de corrupção nem crimes de responsabilidade” e que golpe constitui um ato de “desacato à vontade soberana do povo que a elegeu”. Leia na íntegra aqui.

Uruguai

O Governo da República Oriental do Uruguai afirmou, em nota, que seguiu com atenção os processos políticos e judiciais no Brasil, “que culminaram com  a decisão do Senado de destituir a presidenta eleita legitimamente pelo povo brasileiro”.

O governo uruguaio afirma, ainda, que considera “uma profunda injustiça” o afastamento de Dilma Rousseff. Leia a íntegra aqui.

Venezuela

O Governo da Venezuela condenou categoricamente o golpe de Estado consumado no Brasil, afirmando que um governo legítimo, eleito por 54 milhões de votos, foi substituído de forma ilegítima, violando a Constituição e alterando a democracia no país. “As oligarquias políticas e empresariais, que em aliança com fatores imperiais consumaram o Golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff, recorreram a artimanhas jurídicas sob a forma de crime sem responsabilidade para chegar ao poder da única maneira que lhes é possível: a fraude e a imoralidade”, declaram, em carta do Ministério das Relações Exteriores. Leia na íntegra aqui.

O presidente Nicolás Maduro também se manifestou sobre o golpe no Brasil durante um de seus pronunciamentos. Assista:

Equador

O Governo do Equador enviou nota de repúdio, afirmando que fatos recentes no Brasil “representam sério risco para a estabilidade de nossa região e constituem um grave retrocesso na consolidação da democracia, que custou tanto esforço e sacrifício dos nossos povos”.

No documento também afirma que julgamento da Presidenta, que chamam de “espúrio”, “não cumpriu o requisito fundamental de provar que a mandatária tivesse cometido delitos de responsabilidade”. E que o Governo do Equador “não pode passar por cima do fato de que um número importante dos que decidiram pelo processo de juízo político da Presidenta estão sendo investigados por grandes atos de corrupção”. Leia na íntegra aqui.

O presidente do Equador Rafael Correa se manifestou também através de suas redes sociais, chamando a destituição de Dilma de “uma apologia ao abuso e à traição”, enfatizando que chamará de volta o embaixador do país por não concordar com essas práticas, que lembram as horas mais obscuras da história da América. E declarou solidariedade a Dilma, Lula e todo o povo brasileiro.

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Bolívia

O Estado Plurinacional da Bolívia expressou solidariedade através de nota do Ministério de Relações Exteriores e condenou o que chamou de “atentado contra os processos democráticos da América, que desconhece a vontade do povo expressa no voto popular”. Na nota, destacam que o processo foi consumado por um grupo de senadores que, em sua maioria, estão sendo processados por corrupção e fez um chamado a todos os países da região a rejeitar os golpes de estado “suaves”, sob risco de debilitar a institucionalização da democracia por oposições incapazes de conseguir votos necessários para vencer uma eleição. Leia na íntegra aqui.

O presidente Evo Morales divulgou através de sua conta no Twitter sua solidariedade à presidenta Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula. “Condenamos o golpe parlamentar contra a democracia brasileira”, afirmou, acrescentando que está chamando de volta o embaixador do país.

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Cristina Kirchner, da Argentina

A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner postou em suas redes sociais uma mensagem sobre o que chamou de “golpe institucional: uma nova forma de violentar a soberania popular” e lamentou que a América do Sul esteja de novo sob domínio da extrema direita. E manifestou solidariedade, dizendo: “Nosso coração está junto ao povo brasileiro, Dilma Rousseff, Lula e os companheiros do PT”.

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La Campora, Argentina

O movimento jovem argentino destaca que o golpe que ocorre no Brasil é parte de uma campanha em toda a América do Sul contra governos progressistas. “O que aconteceu no Brasil é mais uma expressão da ofensiva da direita na disputa entre os Estados nacionais e as corporações. Cada vez mais é imperativa a organização continental para fazer frente aos avanços da direita e sua voracidade depredadora”, diz a nota de apoio. Leia a íntegra aqui.

Movimento Evita, Argentina

“Expressamos o nosso mais energético repúdio ao golpe”, diz o movimento. “Primeiro vimos golpes em Honduras e Paraguai, e hoje seguem as tentativas desestabilizadoras no Equador, na Bolívia e na Venezuela. Esses ataques buscam reverter os projetos políticos populares, democráticos e de constituição da Pátria Grande, para voltar a instituir as políticas de ajuste, fome e saque do neoliberalismo”. Leia a íntegra aqui.

Podemos, da Espanha

O partido Podemos, da Espanha, enviou mensagem manifestando solidariedade e dizendo que seu compromisso com a democracia se mantém firme: “temos claro uma máxima que deixa pouca margem à interpretação. Na democracia, os mandatos se ganham e se trocam nas urnas”. Leia na íntegra aqui.

Bloque Nacionalista Galego

A entidade europeia afirmou que a presidenta Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe de estado institucional colocado em marcha há uns meses”.

A nota ainda destaca que o golpe foi dado pela direita e que o Brasil, com os governos Lula e Dilma, assumiu um papel fundamental em nível internacional.

“Com esta decisão, a direita brasileira quer por fim a uma etapa em que os governos progressistas, primeiro com Lula e agora com Dilma, adotaram medidas que melhoraram muito as condições de vida de milhões de brasileiros e brasileiros e posicionaram o Brasil ao lado de outros governos progressistas, assumindo um papel fundamental na região e mundialmente”. Leia a íntegra aqui.

Unión do Povo Galego

Diretamente de Santiago de Compostela, a entidade representativa do povo galego lamenta que um golpe de Estado venha interromper o ciclo de desenvolvimento iniciado por Lula. “O processo político aberto em 2003 com o primeiro governo de Lula permitiu que no Brasil se vivira uma etapa de avanços, etapa que os golpistas querem fechar agora buscando a regresión dos avanços e conquistas sociais obtidas por milhões de brasileiros e brasileiras nestes anos. Portanto a destituição de Dilma é um duro revés para a integração latinoamericana e para a aliança dos BRICs”. Leia a íntegra aqui.

PCF, França

A entidade francesa criticou fortemente o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. Em nota, chamou o processo de “farsa”.

“Os senadores brasileiros impuseram a retirada da presidenta Dilma Rousseff sem ser capaz de fornecerem uma única prova. Essa farsa é um crime contra a democracia brasileira e uma injustiça contra uma presidenta eleita por 54 milhões de votos. Leia a íntegra aqui.

Bancada Progressista do Parlasur

A Bancada Progressista do Parlamento do Mercosul (Parlasur) expressou seu total repúdio “ao Golpe de Estado concretizado contra a companheira Presidenta Dilma Rousseff por parte de setores oligárquicos, conservadores e reacionários do Brasil”.

Em nota, manifestaram solidariedade e apoio à presidenta Dilma, e em seu nome ao conjunto do povo brasileiro e lamentam: “Não tem mais democracia no Brasil. Foi subtraída por um grupo de parlamentares corruptos e juízes que não estão do lado da justiça”.

Para a bancada, processo representa um golpe político contra o Mercosul, “como processo de integração regional que se propôs a conseguir o desenvolvimento de nossos países”. E afirma: “Desmantelar a integração é sem dúvida um dos objetivos centrais dos golpistas e governos de direita da região”.

Por fim, a bancada faz um chamado às forças de esquerda da região para apoiar o retorno à democracia no Brasil. Leia na íntegra aqui.

Manolo Pichardo, COPPPAL

O presidente da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e Caribe (COPPPAL), Manolo Pichardo, manifestou preocupação e indignação diante do golpe parlamentar contra a presidenta Dilma. “O que aconteceu no Brasil é parte da trama que defini como ‘plano Atlanta’, por ser nessa cidade americana onde, em 2012, se desenhou a estratégia regional destinada a destituir os governos progressistas da América Latina”. Leia na íntegra aqui.

Frente Amplio, de Costa Rica

A Secretaria de Relações Internacionais da Frente Amplio de Costa Rica divulgou hoje nota onde condena destituição de Dilma Rousseff, declarando que considera a mesma Golpe de Estado; desconhece a legitimidade do Senado, que tem dois terços de investigados por atos de corrupção; reconhece a integridade e coragem da Presidenta, que durante esse processo manteve sua atitude de confrontar diretamente seus acusadores, deixando bem claras as verdadeiras intenções golpistas.

Também declara que desconhece a legitimidade de Temer Golpista, a quem chama de usurpador. “Seu governo é um golpe de Estado, e como tal não deve ser reconhecido pela comunidade internacional”, afirmam

A Frente afirma esperar que o Governo da Costa Rica “atue de acordo com a sua tradição de respeito à democracia” e chame seu embaixador para prestar contas; e que este não volte enquanto Temer Golpista esteja no cargo de forma ilegítima.

Expressaram profunda preocupação diante “daquilo que parece estar se convertendo em uma tendência na América Latina por parte da direita conservadora, oligarquia e neoliberal”. E comparam o que aconteceu hoje com Dilma Rousseff aos processos de golpe contra Mel Zelaya em Honduras, em 2009 e Fernando Lugo no Paraguay, em 2012.

Também aproveitaram para reiterar sua amizade e solidariedade ao Partido dos Trabalhadores e “disposição para estarmos juntos na luta pela democracia”. Leia na íntegra aqui.

Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), Argentina

O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), que tem sede na Argentina, divulgou nota onde chama a destituição de Dilma Rousseff de “uma das maiores infâmias da história democrática da América Latina” e manifesta “seu mais veemente e enfático repúdio ao golpe de Estado consumado no Brasil”. O conselho encerra com uma mensagem de pesar, mas chamando para a luta: “Hoje é um dia de luto para o Brasil e para toda a América Latina. Amanhã será um dia de luta. Defenderemos a democracia de qualquer maneira”. Leia na íntegra aqui.

Partido Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca (URNG), Guatemala

O Partido Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca (URNG) rechaçou o golpe de estado executado por 61 integrantes do Senado contra “a legítima presidenta Dilma Rousseff, eleita soberanamento por mais de 54 milhões de cidadãs e cidadãos brasileiros”.

“Os governos progressistas do PT, encaeçados por Lula e Dilma, tem sido um obstáculos aos vorazes interesses dos grandes centros internacionais de poder sobre os bens naturais do Brasil e de sua pretensão hegemônica no continente (…) O Brasil conquistou uma saída da pobreza e da extrema pobreza para mais de 70 milhões de brasileiros e brasileiras”. Leia a íntegra aqui.

MLN Tupamaros

A organização chamou de “circo midiático” o processo que levou ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

“A direita brasileira, utilizando do monopólio midiático e um grupo de senadores corruptos, desqualificou a companheira presidenta Dilma Rousseff e ditou uma sentença que afeta não apenas a ela na qualidade de presidenta eleita por milhões de votos, mas também condena todo um povo e, sobretudo, às conquistas sociais e políticas conquistadas até hoje”. Leia a íntegra aqui.

Partido por La Victoria del Pueblo, Uruguai

Para a entidade uruguaia, o golpe é uma tentativa de fazer retroceder os direitos e programas sociais conquistados até hoje. “Esse é o verdadeiro fundamento da farsa do julgamento político que traíram a cidadania, a presidenta legítima e ao programa eleito”.

O partido lembrou, ainda, que o processo é uma repetição em escala maior dos ataques à democracia ocorridos em Honduras, em 2009, e no Paraguai, em 2012. Leia a íntegra aqui.

Alianza Verde

“É uma decisão absurda do Senado brasileiro  destituir com 61 votos contra 20 a legítima presidenta Dilma Rousseff”, afirmou Antonio Sanguino, presidente da Alianza Verde.

“Este não é o resultado final de um julgamento político imparcial. É a vingança de umas instâncias parlamentares corruptas contra a presidenta que contribuiu para que hoje 60% dos 513 deputados e 58% dos 81 senadores sejam investigados por improbidade administrativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro”. Leia a íntegra aqui.

CSA

A CSA manifestou seu mais profundo repúdio ao golpe parlamentar no Brasil. Para a entidade, os senadores decidiram rasgar a constituição brasileira ao condenar a presidenta que provou não ter cometido qualquer crime.
“Expressamos nossa solidariedade às trabalhadoras e aos trabalhadores do Brasil, os mais afetados pela imposição de uma agenda neoliberal do governo que emerge do golpe parlamentar, que esultará em perdas de direitos sociais e trabalhistas”. Leia a íntegra aqui.

Partido Solidario, Argentina

Em nota, o presidente do Partido Solidario, Carlos Heller, afirmou que 31 de outubro de 2016 entrou para a história como uma triste data em que a vontade popular e a “soberania de um país irmão” foi acometido por um golpe institucional.

O líder comparou o golpe no Brasil aos que ocorreram em Honduras e no Paraguai. Leia a íntegra aqui.

Convergencia CPO-CRD

Para a entidade, o golpe de estado no Brasil foi dado “por uma indigna maioria do Senado” e “os lacaios da oligarquia ultradireitista”, com o apoio da grande imprensa nacional. A instituição também lembrou que, há poucas décadas, prevalecia no País uma das mais sangrentas e brutais ditaduras militares. Leia a íntegra aqui.

Parti de Gauche

O Partido de Esquerda da França manifesta sua solidariedade ao povo brasileiro e pede ao governo francês que não reconheça o governo Temer: “Lutar, Sempre. O Parti de Gauche faz suas as palavras de ordem da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo. Essa ruptura da ordem democrática é ilegítima e deve ser enfrentada duramente. Temer Golpista Golpista Golpista Golpista Golpista Golpista Golpista não deve ser reconhecido ao cargo de Presidente e o Parti de Gauche, membro do coletivo de solidariedade França-Brasil, exige que o Presidente francês não reconheça esse governo.”. Leia a íntegra aqui.

PCE-Partido Comunista da Espanha

“A chegada ao poder que os partidos da oligarquia não conseguiram nas urnas, agora fazem pela porta dos fundos, na crista da onda da ofensiva imperialista contra os povos revolucionários e progressistas da América Latina e do Caribe. É mais um dos golpes ‘brandos’ que já não mais necessitam das Forças Armadas para destituir presidentes”, afirmou o Partido Comunista Espanhol, que diz “confiar que as maiorias sociais poderão defender os direitos conquistados”. Leia a íntegra aqui.

Bancada do SPD

O Partido Social Democrata da Alemanha lamentou uma troca de governos em que não houve consulta ao povo: “Se num Estado de Direito é tarefa da justiça investigar acusações de casos de corrupção e manipulações financeiras, são as eleições que devem decidir sobre o rumo político do país”. Leia a íntegra aqui.

WINAQ

O movimento WINAQ, expressão política organizada dos povos indígenas da Guatemala, expressa preocupação com o golpe de Estado no Brasil, patrocinado pelas oligarquias racistas e patriarcais do Brasil. “Condenamos todas as ações da extrema direita, que está sobescavando democracias socialistas e progressistas que lutem pelos direitos específicos dos povos, das mulheres e da juventude”. Leia a íntegra aqui.

FMLN

A Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional, partido progressista que governa El Salvador, lamenta “um golpe de Estado contra a vontade do povo brasileiro e sua governante legítima”. “Nos solidarizamos com o povo brasileiro, que saberá dar a justa resposta  a esta traição”. Leia a íntegra aqui.

Partido do Povo

O Partido do Povo, do Peru, manifesta seu apoio a Dilma, “contra quem não se pode provar nenhum ato que justifique o processo de impeachment no Senado”. Leia a íntegra aqui.

Partido da Refundação Comunista, Itália

O partido afirma que “o golpe é um tapa na vontade de 54 milhões de eleitores, com o qual se violenta a Constituição brasileira e fere-se gravemente a democracia”. Leia a íntegra aqui.

Partido Comunista do Chile

Os comunistas chilenos ressaltam que o golpe em curso no Brasil está imerso na ofensiva imperialista que aflige todo o continente com o objetivo de “retroceder não apenas as conquistas econômicas e sociais em favor do povo brasileiro, impulsionadas pelos governos Lula e Dilma, mas também os esforços pela integração latinoamericana como a ALBA, a Celac e a Unasul”. Leia a íntegra aqui.

Partido Comunista Português

“A destituição da Presidente Dilma Rousseff cria no Brasil uma situação complexa e perigosa. Tanto mais quando o golpe agora consumado se insere numa ofensiva mais ampla do imperialismo norte-americano e das oligarquias latino-americanas visando recuperar posições perdidas, derrotar os processos progressistas em países como a Venezuela, a Bolívia, o Equador, a Nicarágua, destruir os avanços de integração solidária anti-imperialista que percorrem a América do Sul e Caraíbas”, diz o partido. Leia a íntegra aqui.

Frente Ampla, Peru

Os partidos da Frente Ampla do Peru rechaçam o golpe institucional e manifestam solidariedade ao povo brasileiro “neste momento em que se escreve uma página vergonhosa de sua história”. “A Luta por democracia no Brasil é a luta de todos os povos latinoamericanos”, conclui a nota de apoio. Leia a íntegra aqui.

MIU, República Dominicana

O Movimento Esquerda Unida envia solidariedade desde Santo Domingo, e “rechaça energicamente” o golpe de estado jurídico-parlamentar criado por forças “dentro e fora do Brasil”. “O que aconteceu no Brasil é um alerta para todos os espaços de integração, como a Unasul, o Mercosul, a Sica e a Celac, de que há uma necessidade impostergável de fortalecer a unidade entre Estados, governos e povos contra as ameaças imperialistas”. Leia a íntegra aqui.

Sortu, País Basco

Para a organização basca, o impeachment de Dilma é uma decisão política para impedir novas vitórias do PT.

“Nunca tivemos dúvidas: a decisão de destituir Dilma Rousseff é uma decisão política para impedir a todo custo um novo governo do PT”.

A organização chamou o impeachment de “golpe de estado”. Leia a íntegra aqui.

 

Da Redação da Agência PT de Notícias

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