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Conjuntura

  • Em artigo, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado aborda o Dia Internacional dos Direitos Humanos, instituído pela ONU, e os desafios impostos ao Brasil. “O país tem 60 milhões de pobres, 13,5 na extrema pobreza e 45 milhões trabalhando na informalidade, sem nenhum direito”, destaca
  • Em nota, ex-presidenta da República afirma que governo Bolsonaro é omisso e não age, enquanto o país está entrando em situação de colapso sanitário e social. “O aumento da pandemia, o atraso na vacinação e a emergência social levarão o nosso povo ao desespero”, alerta. “Se 2020 foi um ano terrível para todos, sobretudo para os pobres, 2021 ameaça ser muito pior. O Brasil não aguenta mais tanta incompetência, tanta irresponsabilidade, tanto desleixo e descaso com a vida humana e com o sofrimento do povo”.
  • Em artigo, o senador do PT diz que o quadro do desemprego tende a explodir no próximo ano, com o fim do auxílio emergencial. “A população fora da força de trabalho aumentou em 13,7 milhões comparando setembro de 2020 com o mesmo mês em 2019”, aponta. “A redução de benefícios sociais levará mais pessoas ao mercado de trabalho, que será incapaz de absorvê-las, ampliando ainda mais o desemprego”
  • Ex-secretário de Direitos Humanos analisa os resultados das eleições municipais de 2020, fala das dificuldades do PT e dos desafios que a legenda e as esquerdas têm pela frente. “Há imensos desafios para 2022. O PT, como a principal força da esquerda, tem maiores responsabilidades e não vai se omitir. O Brasil precisa de um PT forte, preparado e na linha de frente”, afirma
  • Líder do PT no Senado critica o governo Bolsonaro pela omissão e por agravar os efeitos da crise sanitária sobre a sociedade brasileira. “Essa crise econômica não foi causada pela pandemia do coronavírus. Ela foi aprofundada e vai se radicalizar. A crise é anterior, começou com o golpe contra a Dilma e o governo de Temer. O modelo neoliberal e de estado mínimo não dá as respostas e soluções que o povo precisa, e que o crescimento do país exige”
  • Em artigo, Alberto Cantalice diz que as forças progressistas encamparam a bandeira do impeachment de Bolsonaro ao perceberem que a sua permanência no cargo cavalgando diversos crimes de responsabilidade era um risco para a democracia
  • O texto a seguir é uma declaração pública de militantes de esquerda, comprometidos com a luta em defesa da vida, dos direitos sociais, das liberdades democráticas, da soberania nacional e do socialismo. É, também, um chamamento à ação contra o fascismo e o ultraliberalismo do governo Bolsonaro-Mourão, cujo afastamento é urgente para livrar o Brasil das crises – sanitária, econômica, social, política, ambiental, cultural – que sacrificam nosso povo.
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